Ollantaytambo, povoado inca vivo, Peru

outubro/2019 – Depois de passar vários dias em Cusco, aproveitamos a última excursão e saltamos em Ollantaytambo, onde pernoitamos.
Ollantaytambo é conhecido também como “povoado inca vivo”, porque seus habitantes mantém muitos dos costumes dessa civilização. A cidade é composta de uma área urbana e um templo. É considerada a representação de uma estrutura administrativa com funções militares inca. Veja mais… >>>

Terra-Nostra-Hotel-1-OllantaytamboEstá distante 70 kms de Cusco, e a 40 kms de Machu Picchu (nosso próximo destino).
Aqui ficamos hospedados no simpático hotel Terra Nostra (booking).
Uma diária de casal em suíte bem confortável ao custo de $38,16 (R$ 152,00), com café da manhã, bem próximo da praça central da cidade.

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Em Ollamtaytambo, usamos os Tuc Tucs (aqui chamados de moto taxis) para ir e vir de todo lugar. Rápidos, baratos, fechados com espaço para bagagem e de carenagens bem exóticas. As viagens em média ficavam na ordem de 5 a 10 soles (R$6,00 a R$12,00) e para onde você olha tem um disponível.

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O principal atrativo é o Parque Arqueológico Nacional de arquitetura inca (uso do bilhete general). É considerado um museu a céu aberto. Aqui se pode observar a genialidade dessa civilização.

Santuario-Arqueologico-de-Ollamtaytambo-Peru

No alto do Santuário, encontra-se o Templo do Sol, construído com blocos de pedra imensos e pesados, que te levam a pensar como foram erguidos até lá, lapidados e encaixados com precisão absoluta, sem o uso de qualquer massa de ligação. Observe a relação de tamanho com o boneco que colocamos na foto abaixo. Cada bloco de pedra destes tinha 5 metros de altura, por 3 de largura por 2 de profundidade.  Estima-se em centenas de toneladas cada, que foram transportados ou transmutados até seu local definitivo.

ollantaytambo-templo-do-sol

A história afirma que Ollamtaytambo foi um local político e religioso Inca, mas também tinha funções militares e servia de repouso e retiro para a nobreza. Sua construção data do século XV, por ordem do imperador inca Pachacuti, o mesmo que ordenou a construção de Machu Picchu. Consta que 1 século depois Ollamtaytambo teve papel fundamental na resistência aos invasores espanhóis, que por fim, acabaram por, praticamente, exterminar a cultura inca. É considerada uma das mais bem conservadas cidades do Vale Sagrado Inca.

blocos-enormes-em-Ollamtaytambo

Como pode ser visto na foto acima, muitos blocos ainda descansam fora de suas posições finais (foto acima), confirmando que a construção foi interrompida durante a invasão espanhola. Isso se repete por todo lado. Muitos já lapidados, aguardando a movimentação para seu encaixe exato.

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Os canais que conduziam a água por todos os ambientes e cantos das ruínas atestam a inteligência com que a civilização inca cuidava dos recursos naturais.

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Os animais domesticados à época foram as lhamas e as alpacas, que forneciam lã, carne e leite. E onde tem lhama ou alpaca tem foto da Gleidys.

alpaca-ruinas-Ollamtaytambo

As montanhas ao redor da cidade guardavam, estrategicamente, os depósitos de alimentos e instalações militares para defesa da cidade.


mercado-de-artesanato-OllamtaytamboDica.: se conseguir planejar sua viagem incluindo um pernoite em Ollamtaytambo, você vai poder apreciar todos os detalhes das ruínas, sem a presença dos muitos turistas que chegam de Cusco em vans e ônibus, para bate e volta, por volta das 11 da manhã. Além do que, vai desfrutar das delícias dessa cidadezinha acolhedora. Quase tudo você pode fazer a pé. O mercado de artesão locais fica bem em frente ao portão de entrada das ruínas.mototaxis-Ollamtaytambo

Os moto taxis estão por todo lugar, prontos para deslocar você com rapidez e conforto. A praça central, também chamada de praça de Armas, é muito charmosa e bem cuidada.
É o centro nervoso administrativo e onde você vai encontrar vários restaurantes para fazer suas refeições.

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Apu-Plaza-OllamtaytamboNós jantamos no Apu Plaza, que também é uma pousada, localizado ao redor da Plaza de Armas.
Começamos com os famosos nachos com guacamole e fechamos com uma pizza vegetariana, bem crocante e saborosa, sempre regados com a cerveja Cusqueña bem gelada.

Apu-Plaza-Ollamtaytambo-2Apu-Plaza-Ollamtaytambo-3

No dia seguinte, preparamos nossa bagagem para tomar o trem para Machu Picchu. Fizemos uma nova visita ao Sítio Arqueológico e procuramos onde almoçar. Escolhemos a Pizzeria e Restaurant Quinua, também ao redor da Plaza de Armas. Pedimos uma refeição leve, pensando na viagem de trem que acompanha a sinuosidade do rio Urubamba.

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Estacao-PeruRail-OllamtaytamboPegamos um mototaxi e seguimos para a estação de trem de Ollamtaytambo. Destino Machu Picchu. Compramos o bilhete com a Peru Rail dois meses antes. A procura é muito grande. Se você deixar para adquirir muito encima, pode ficar de fora. São duas categorias. A Expedition e a Vista Dome. Nós pegamos a tarifa do Expedition US$70,00 (R$280,00) cada (valores de outubro/2019). É um trem confortável, com serviço de bar e restaurante, tudo pago a parte. O trem da tarifa Vista Dome oferece show de dança durante a viagem e refrigerantes gratuitos. A tarifa sobe para US$85,00 e as saídas são poucas em relação ao outro.

PeruRail-trem-para-Machu-Picchu-2PeruRail-trem-para-Machu-Picchu-1

Nossos vizinhos de assento foram a Débora e o Thales, casal brasileiro de São Paulo. A viagem de 1h30min passou sem que percebêssemos. O trem acompanha o leito do rio Urubamba, com inúmeras visões da cordilheira gelada.

Debora-e-Thales-trem-Machu-Picchuseguindo-o-leito-do-rio-Urubamba
Trem-paisagem-montanhas-cordilheira-Machu-Picchu

bagagem-trem-Peru-Rail-para-Machu-PicchuDica.: se você ouviu que não pode levar bagagem no trem, desconsidere.
Nós lemos em algum blog essa informação, de forma que concentramos as roupas necessárias numa única bagagem de bordo (padrão aéreo), mas não procede.
Todos levam sua bagagem sem qualquer problema. Fica um pouco bagunçado, mas atende muito bem.

No pequeno vídeo a seguir, um pouco mais de Ollamtaytambo e da viagem no trem que nos levou para Machu Picchu.

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