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Podcast gravado na produtora “Leo vai pra Marte” em Fortaleza

setembro/2018 – Participamos, em Fortaleza, de um "podcast" na produtora "Leo vai pra Marte". Uma nova forma de entrevista, bem interessante, que explorou os temas aventura, viagem e caravanismo.
Também está disponível nas plataformas "ANCHOR" e "SPOTIFY". Basta pesquisar por "Leo vai pra Marte" ou “Nas Estradas do Planeta”. Para ouvir agora, basta clicar aí embaixo.

Refúgio Pedra Aguda em Bom Jardim, RJ

Refugio-Pedra-Aguda---agosto/2018 – fomos conhecer o Refúgio da Pedra Aguda, no município de Bom Jardim, Rio de Janeiro.
O nome já diz. Trata-se de um lugar onde você vai se refugiar de tudo que lhe é sinônimo de rotina. Aqui você vai encontrar muita paz, hospitalidade, tranquilidade, silêncio, uma comida deliciosa e uma natureza exuberante. O refúgio Pedra Aguda é a porta de entrada de uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural). Veja mais… >>>

Shit Tube, você sabe o que é e para que serve?

partes-do-shit-tubejulho/2018em recente artigo publicado no site da Mantiqueira Expedições, foi lançado um alerta para o perigo das fezes e papel higiênico deixados pelos montanhistas e turistas que visitam a serra da Mantiqueira.
São centenas e centenas de pessoas que, ou desinformadas ou sem a mínima noção de educação ambiental e ética na montanha, defecam ao relento.
O solos da Mantiqueira é raso, o que impossibilita cavar um buraco fundo o suficiente para defecar e manter as fezes enterradas. Veja mais… >>>

Cachoeira Véu da Noiva, Parnaso, sede Petrópolis

cachoeira-veu-da-noiva-parnaso-petropoliscachoeira-veu-da-noiva-parnaso-petropolis-2outubro/2017 – uma trilha de dificuldade técnica baixa, de fácil orientação, com duração de 1 a 2 horas (ida), que te leva a vários poços no leito do Rio Bonfim e termina na linda cachoeira Véu da Noiva, com 40 metros de queda e um agradável poço de águas transparentes.
A distância aproximada é de 4 kms e pode ser aproveitada durante o ano todo, sendo que no verão, fica com o volume de água maior, por conta da temporada das chuvas.
Tudo começa na portaria do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, sede Petrópolis, que fica no bairro Bonfim, em Correas (veja coordenadas no fim do artigo). Veja mais… >>>

Projeto Montanha para Todos

outubro/2017 – Todos que nos acompanham sabem que nossa paixão pelas montanhas e pelo montanhismo, em todas as suas formas, é muito grande.
Dia destes fomos apresentados ao “Projeto Montanha para Todos” que muito nos emocionou e, de imediato, ganhou nossa atenção e engajamento.
Conduzido, aqui na região serrana, pelo Grupo Trilhas na Serra e tendo como patrono o CEP – Centro Excursionista Petropolitano, o projeto tem por objetivo adquirir uma cadeira adaptada e trazer para nossas lindas montanhas as pessoas com necessidades especiais. Veja mais… >>>

Costão do Pão de Açúcar, Urca - RJ

enseada-da-urca e botafogo

abril/2017 – a trilha do Costão do Pão de Açúcar é uma das unanimidades de beleza no Rio de Janeiro. Nos 5 anos que moramos na Urca, subimos mais de 5 vezes, levando amigos para dividir esse prazer e visual.
O tempo médio de ida e volta é de 3h30min. A trilha é considerada de nível médio, por conta da constante subida e requer conhecimentos de escalada para vencer o difícil lance de 20 metros (classificado em 3º grau), que já resultou em alguns acidentes. Desde que bem acompanhado, é só diversão. Veja mais… […]

Aiuruoca, trilhas e cachoeiras no sul de Minas Gerais

Relembrando outubro/2010 – A cachoeira dos Garcia é a imagem símbolo do turismo em Aiuruoca, fundada em 1706 e também conhecida como a cidade “Canto do Encanto”.
Localizada no sul de Minas Gerais, Aiuruoca em tupi quer dizer Casa ou Ninho do Papagaio. Os orifícios onde se aninhavam e reproduziam os papagaios Ajurus, nos penedos do Pico do Papagaio, símbolo maior do lugar, são testemunha dos primeiros bandeirantes. Aproveitamos uma janela de bom tempo no final de outubro e colocamos o carro na estrada. Veja mais… […]

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A pousada escolhida foi a Pé da Mata, no Vale da Pedra.
Essa escolha foi estratégica. Além dos atrativos do lugar, da qualidade dos serviços oferecidos e da hospitalidade dos proprietários (Elaine e Samir), ficamos instalados junto ao Vale do Matutu, nosso objetivo principal.
Nosso chalé era bem confortável, completo, com frigobar e lareira. A paz do lugar completa o cenário.
Para quem rodou bastante, nada melhor que um almoço de comida da roça, feito no fogão a lenha com o carinho da cozinheira da pousada (Lúcia).

Aproveite a caixa de pesquisa do Booking abaixo, e escolha onde ficar em Aiuruoca.

Booking.com

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Esta foi a primeira viagem de nosso novo companheiro, o gato Fredy, um alegre e curioso representante da raça Bengal.

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Na manhã seguinte, tomamos o café da roça, com tudo de bom (queijos, pães variados, bolachas, bolos, frutas, doces, sucos…) e o pãozinho de queijo soltando fumaça. Saímos prontos para conhecer o lugar. Seguimos mais 4 km a frente e fomos conhecer o Casarão do Matutu, onde está instalada a Associação de Moradores e Amigos do Matutu.

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Ali fizemos contato com o Lázaro, guarda florestal responsável pela área do parque e presidente da Associação. Pegamos algumas dicas e agendamos um guia local para o dia seguinte. O destino seria fazer a trilha da Cachoeira do Fundo. Acertados, seguimos para nosso objetivo do dia, a Cachoeira dos Garcia. Rodamos de volta para Aiuruoca e de lá pegamos o asfalto até a saída de terra que leva ao Vale dos Garcia.

Considere que fazer o trecho de terra com carro de passeio baixo, pode resultar em sérios problemas. Numa investida anterior, as pedras altas maltrataram muito o protetor do cárter e os pneus finos de nosso Celta.
Cachoeira imponente, com 30 metros de altura e de características particulares. A despeito do sol forte e de toda a poeira do trajeto, a água extremamente fria continuava pouco convidativa. ─ Afinal, você é um homem ou um rato??

Se decidir descer o curso da água, vai encontrar outros pontos, poços e hidros espetaculares.

O percurso de volta até Aiuruoca é muito bonito. Vale a pena ficar atento à beleza do vale e das montanhas. Um breve filme dessa imponente cachoeira.

Para aproveitar melhor o dia, fomos na Casa de Cultura de Aiuruoca para identificar um guia local. Contatamos o Carlos (35 9983-2217), da Horizonte Vertical, que prontamente se colocou à disposição. Pegamos nosso guia e seguimos em direção ao Vale do Matutu. Após 5 kms de terra, deixamos o carro e iniciamos nossa trilha para a primeira cachoeira, de nome Divino (referência a um antigo morador). Trilha leve, percorrida em 30 minutos. Coordenadas marcadas no final do post.

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Retornamos para a trilha e fomos conhecer a Cachoeira Deus me Livre (o nome vem da grande dificuldade de acesso ao local, antigamente). Toda a trilha é muito bonita proporcionando sempre uma boa foto.

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A seguir 2 pequenos filmes destas lindas cachoeiras.

Mesmo sem sol, aproveitamos muito as duas cachoeiras. A tal chuva que nos rodeava decidiu cair. Foi a conta de descermos a trilha e pegar a estrada de volta, para deixar nosso guia novamente em casa. O temporal desceu com força e muitos ventos. Fizemos os 16 kms até a nossa pousada desviando de grandes galhos lançados na estrada. Pegamos o pior da tempestade ainda em Aiuruoca. Quando chegamos ao chalé, a tormenta já havia passado. Até granizo caiu.
Já era fim de tarde e nossa fome muito grande. Foi o tempo de tomar um banho e sentar a mesa para um almoço ajantarado bem mineiro. Daí pra frente foi esperar a noite cair e o sono chegar. Coordenadas das trilhas no fim do post.

Acordamos com a difícil tarefa de decidir o que comer na farta mesa de café da manhã. Cumprido este ritual, seguimos para o Vale do Matutu para encontrar o guia, que nos levaria até a Cachoeira do Fundo. No caminho pudemos ver parte do que o temporal de ontem produziu.
Na Associação dos Moradores, encontramos novamente com o Lázaro, que apresentou nosso guia Xairon. Um rapaz da comunidade com 15 anos de idade, que estuda em Juiz de Fora e passa os fins de semana com a família no vale. O cuidado na nossa condução e a atenção dispensada durante toda a trilha, alertando para raízes, espinhos, ajudando a transpor pedras e riachos foi o destaque. Em muitas de nossas viagens, lançamos mão de guias locais e quase sempre ficamos felizes com a escolha. Mas este menino é especial.
Pois bem, coletamos alguma água e iniciamos a subida para a Cachoeira do Fundo as 10:10h da manhã. As 11:40 chegamos ao nosso destino, incluindo muitas paradas para fotos. O percurso é deslumbrante.

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aiuruoca-trilha-cachoeira-do-fundo-3Cachoeira do Meio

A meio caminho, passamos pela Cachoeira do Meio, foto acima à direita. Passando por campos de samambaias secas, já podemos avistar a Cachoeira do Fundo, ao fundo (infame sorriso largo)

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Essa cachoeira tem 130 metros de altura, em 3 níveis. Na sua base o banho é imperdível.

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Após aproveitar a água fria, as hidros e o poço, retornamos à trilha para conhecer a Cachoeira Arco-íris, a meio caminho da volta. Também muito bonita. A trilha de descida para o poço é bem íngreme, mas nada sério. Sempre há uma raiz ou tronco para apoio. Vale a pena esta esticada de 15 minutos.

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No caminho de volta, fizemos contato com uma “senhora” Jararaca fechando a trilha e aquecendo o corpo na pedra após uma noite chuvosa. Com muito cuidado, a espantamos para o mato e seguimos nosso caminho.
Encerramos o dia com uma noite de caldos oferecida pela Elaine. Abrimos um bom vinho e levamos a prosa até onde o sono permitiu.

Novo dia, e como o tempo exigiu, abortamos a subida ao Pico do Papagaio ou ao Morro Cabeça de Leão. Por sugestão do Lázaro, ficamos em baixo, e fomos conhecer o Poço das Fadas, bem próximo da Associação.

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O papagaio nativo desta região era o Cabeça Roxa, que não existe mais. Contudo, o local ainda é habitado por inúmeros pássaros, transformando o amanhecer, o entardecer e quase todo o dia, num redescobrir de pios e cantos infinito. Aiuruoca e o Pico do Papagaio fazem parte da Serra da Mantiqueira, na sua porção norte. O vale é abastecido pelo Ribeirão Água Preta. Conta-se por lá que ainda existem onças e felinos menores. No vale do Matutu já foram identificadas 293 espécies de aves e este número ainda vai crescer.
As árvores nativas são a Araucária (em processo de replantio de 5 mil mudas ao ano), o Guatumbu, Cedro, Jacarandá, Pitanga e Ipê.
Com minha modesta câmera fotográfica, registrei o que pude de alguns dos representantes plumados.

Conclusões:

  • Turismo na Região – as trilhas, os acessos para as cachoeiras, as placas, enfim, quase nada ajuda o turista na hora de conhecer os atrativos da região. Bandeira_de_AiuruocaE são muitos os atrativos!
    O único esforço organizado para dar suporte ao visitante está no Vale do Matutu, através da Associação de Moradores e Amigos do Matutu, onde podemos conseguir orientações e guias locais. Dentro de Aiuruoca, na casa de Cultura, a primeira opção é a AJURU, que não atende. Já as estradas que levam as pousadas e aos atrativos precisam de muita atenção.
    De que vive Aiuruoca? Produção de leite em decadência.
    Hoje o turismo é importante (vide o grande número de pousadas disponível). Conheci aiuruoca-igreja-matrizinúmeros casos de visitantes que chegaram e saíram sem conhecer nada, dada a incapacidade de condução do turismo pelo órgão executivo da prefeitura e da falta de união dos empresários. Estes turistas não voltam e não propagam boas referências. Na opinião do Samir e da Elaine (donos da Pé da Mata), muito se pode fazer mesmo com inciativas privadas, mas a ausência de liderança e vontade política impede que as ideias sejam ao menos discutidas.
  • Vamos voltar - Nós vamos voltar a Aiuruoca porque somos persistentes e exigentes. Ainda vamos fazer a trilha do Pico do Papagaio e do Morro Cabeça do Leão, fotos abaixo e aproveitar melhor a tranquilidade e a natureza do lugar.

Todas as coordenadas dos atrativos e das trilhas que fizemos podem ser baixados aqui, para visualização no Google Earth.

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