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KIT Primeiros Socorros

estojo-primeiros-socorros-deuter-prodezembro/2017 – respondendo a muitas perguntas sobre nosso KIT de Primeiros Socorros, fizemos um pequeno filme decompondo todo o seu conteúdo.
Para nós, que vivemos na estrada ou em áreas remotas, seja acampando, caminhando ou explorando regiões de montanha, manter um bom KIT ao alcance da mão, pode representar a diferença entre um final feliz com histórias para contar ou péssimas lembranças.
Mas de nada adianta um KIT excepcional, se você não detêm os conhecimentos para fazer bom uso dos recursos.
Saber reconhecer sintomas, identificar, avaliar e acompanhar os sinais vitais é muito importante. Deter a técnica para movimentar o acidentado sem contribuir para o agravamento das condições e lesões. Desempenhar com ritmo e tranquilidade a manobra de reanimação cardiopulmonar, entre outras técnicas. Veja mais… >>>

Picadas mais comuns – aprenda a identificar

carrapatodezembro/2017 – chegou o verão. A comunidade campista e caravanista está se movendo para aproveitar a temporada e com isso, as probabilidades de picadas aumentam consideravelmente.
Muitas das vezes as picadas ocorrem sem que se possa identificar o agente causador de imediato.
Portanto, as medidas curativas ficam comprometidas, principalmente nas crianças mais novas pela dificuldade de expressar exatamente o que estão sentindo.
Confundir uma picada pode representar um erro muito sério. Vamos então conhecer as 8 picadas mais comuns, através deste artigo, publicado pela Lavozdelmuro/ Etapainfantil. Veja mais… >>>

Incêndio em Camping de Salvador detona 5 trailers

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janeiro/2017 – O Macamp divulgou essa semana a ocorrência de um incêndio no Camping Ecológico de Salvador, que destruiu completamente 4 trailers e mais um parcialmente.
O fogo teve início numa quarta-feira (04/01/17), ficando logo descontrolado e, a exemplo de quase todos os campings pelo país, sem combate imediato, como requerido para esse tipo de equipamento. Conhecemos muitos campings onde trailers fixos (rodas quadradas) são instalados lado a lado, sem a presença de extintores adequados, muito menos pessoal treinado para o primeiro enfrentamento. Muito, muito errado. Veja mais… […]

Pets Campistas e Campings Pet Friendly

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junho/2016PET FRIENDLY (pode ser traduzido como “amigos de animais de estimação”) é uma tendência mundial, seja em restaurantes, hotéis e pousadas, companhias aéreas e marítimas,…
Como forma de atrair uma parcela considerável de clientes, que fazem questão de viajar e partilhar seus momentos de lazer com seus amigos de 4 patas, os empresários do turismo começam a quebrar essa antiga resistência. E os nossos campings? Como estão encarando nossos mascotes? Veja mais… […]

Os números impressionam

44,3% dos lares brasileiros tem pelo menos um cão
17,7% tem ao menos um gato
Paraná é o estado em que mais casas têm cão
52 milhões de cães e 22 milhões de gato em 40,4 milhões de casas
Existem mais animais de estimação (74 milhões) que crianças (44,9 milhões)

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O assunto deixou de ser uma tendência, para se tornar uma realidade inquestionável. Levar seu animal de estimação (considerado parte integrante da família), para as atividades de lazer é uma prática cultural histórica. Os benefícios da convivência com os animais de estimação são inúmeros. As vantagens vão da redução da pressão arterial à melhora na depressão. Dentre os principais estão a melhora da auto estima, o aumento da prática de atividades físicas e maior convívio social. As vantagens da convivência com animais se estendem da infância à terceira idade. Por ser uma etapa da vida repleta de aprendizados diários, a infância beneficia-se do contato com um animal de estimação pelo auxílio no aprendizado de valores como respeito, cuidado e responsabilidade, além de ter no pet um carinhoso e animado companheiro para os momentos de diversão e brincadeiras.passeando-com-seu-animal-de-estimacao

Já para a terceira idade, etapa em que é comum um maior afastamento dos familiares e isolamento social devido ao ritmo mais desacelerado de vida, o animal é o companheiro ideal de todas as horas, sempre disponível para oferecer carinho e companhia, além de contribuir também para o resgate da sensação de prazer relacionada ao cuidado com o outro (alimentação, cuidados com a saúde e higiene etc.).

E os campings? Estão preparados para bem receber campistas e seus pets?

Eu responderia que ainda não, mas isso está mudando. A despeito de muitos e bons esforços nesse sentido, ainda existe uma considerável refração a ideia de conviver com nossos animais. É claro que REGRAS DE COMPORTAMENTO precisam e devem ser editadas e respeitadas. Aos que não couber ENQUADRAMENTO, devem ser convidados a se retirar, em benefício dos demais. Animais com atitudes agressivas ou comportamentos excessivamente agitados e barulhentos, comprometem a tranquilidade dos demais animais e usuários. Esse filtro comportamental não é uma exclusividade dos animais. Muitos humanos também não sabem se comportar em comunidade.

Em nossa recente viagem ao Uruguai, visitamos 6 campings. Todos continham em seus regulamentos, restrições a presença de animais de estimação. Nossa técnica foi a de não trazer a tona esta questão (não vimos, não lemos, não ouvimos). Como nosso gato Fredy é muito tranquilo, não tivemos dificuldades de mantê-lo dentro de nosso equipamento e as saídas para passeios foram feitas em horários mais reservados.

Aqui no Brasil, seguimos a mesma técnica. Com isso, acabamos por descobrir que a restrição nopets-welcome regulamento tem caráter simbólico (velado). Agrada a quem não quer conviver com animais, mas não representa uma regra irrecorrível. De dezembro/2015 a fevereiro/2016, visitamos 14 campings, do Rio de Janeiro ao Rio Grande do Sul. Destes, 10 eram PET FRIENDLY, 1 possuía área reservada para motorhomes com animais e 3 tinham regras rígidas contra a presença de animais.

Quer nos parecer que algumas administrações não sabem lidar com essa tendência. Alguns preferem tratar caso a caso, evitando assumir uma postura favorável ou não. Essa ausência de critérios acaba por produzir atritos entre usuários, independente da ocorrência de transtornos. Muito parecido com o quase nunca cumprido horário de silêncio divulgado em regulamentos e placas ostensivas onde a tolerância funciona de acordo com o freguês.  

Onde você pode acampar com seu animal de estimação? Em qualquer CCB, ainda em atividade. Essa é uma interessante constatação. A presença dos animais de companhia sempre esteve atrelada ao campismo, desde a época áurea do CCB (década de 60/70). Em nossa lista de Campings Visitados no Brasil, você vai encontrar a indicação dos que são e os que não são PET FRIENDLY.

Como melhorar a receptividade dos campings? Atuando como formadores de opinião. Em cada camping que visitamos e encontramos alguma restrição, procuramos conduzir uma discussão inteligente e, ao mesmo tempo comercial, das vantagens em se tornar mais acessível, de se atualizar em relação às tendências, além de apresentar casos de sucesso. Ligados aos animais estão famílias e família é sinônimo de consumo, de lucro. É claro que  este assunto nunca será uma unanimidade, mas resistir indefinidamente não é sinal de esperteza.

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Em nossas andanças conhecemos muitos amigos de estrada que evitam levar seus mascotes. Alguns com razão, já que seus animais não atendem aos princípios mínimos de convivência, perturbando a tranquilidade do próximo. Outros comentam da dificuldade de aceitação dos campings. Em viagens longas é certo encontrar campings refratários a animais. E aí, o que fazer com o animal dentro do carro ou do motorhome? Planejamento e negociação prévia ajuda. É assim que fazemos. Mas também conhecemos outros tantos que fazem questão de estar com seus companheiros de 4 patas seja aonde for, dentro ou fora do país.

  • Nossos amigos Luiz e Francini Luz, levam as gatas Athena e Cristal em seu motorhome. São irmãs, com 5 anos. “A última viagem delas deluis-e-francini-2 motorhome foi para Argentina e Chile em dezembro de 2015. Elas ficam super bem dentro do motorhome, viajam tranquilas, andam durante o movimento, dormem muito durante a viagem, principalmente no colo do motorista, meu marido Luiz e no meu colo também. Elas estranham o ambiente do motorhome apenas no primeiro dia, depois disso, sabem que ali é a nova casa delas e se sentem seguras com a sua família. Nos campings, infelizmente, é mais difícil sair com elas, porque sempre tem muitos cães e a presença deles pode assustá-las.
    Quando possível, geralmente à noite, elas saem para um pequeno passeio, sempre usando a guia. No Chile e Argentina, elas saíam todos os dias para um pequeno passeio, sempre próximo ao motorhome. Por medida de segurança deixamos a porta do motorhome sempre aberta, para um retorno rápido em caso de perigo (cães soltos). Curiosidade importante: numa das luis-e-francini-3paradas para pernoite em posto de combustível da Argentina, passamos por um susto. Estávamos no passeio noturno com as gatas na parte de trás do posto, onde tinha uma grama e estava bem tranquilo. Estávamos em dois motorhomes que estavam estacionados um pouco mais distante. Estava frio e as portas estavam fechadas; Nosso amigo, proprietário do outro motorhome, que adora gatos se aproximou, porém fez um gesto que acabou por assustar a Cristal que estava com a guia sendo segurada por meu marido Luiz. Então, de súbito, ela correu e a guia escapou da mão dele. Imagina o desespero!!! Porém, para a nossa luis-e-francini-4surpresa, ela correu exatamente para a porta do nosso motorhome, que estava fechada; ela estava assustada, mas soube reconhecer, de longe, qual era a casa dela. Tivemos muito medo de perdê-la naquele episódio, por isso à partir daquele dia, sempre deixamos a porta aberta. O mais interessante, neste caso, foi observar a capacidade de reconhecimento da casa, mesmo essa sendo uma casa rodante, que estava estacionada em local totalmente desconhecido.

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  • O casal campista Nelson e Maria João Proença acampam com o gato Fred e a cadela Lana (ambos com 10 anos). Personagens assíduos nos campings receptivos. São extremamente tranquilos, educados e obedientes. O casal tem por regra só frequentar campings onde seus mascotes sejam bem vindos. Durante a noite dormem juntos em seu quarto privativo. Jamais abandonam a área da barraca sem a companhia de seus donos.

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  • O casal Anderson (Delegado) e Shirlene também acampa com sua gata, a Mimosa (4). Tão dengosa quanto o nome possa sugerir, Mimosa se coloca em evidência, quando os preparativos de viagem começam.  Sua confortável caminha é ambientada com os mesmos elementos de casa, transportando os mesmos cheiros e a mesma sensação de segurança, tão importante para os animais, principalmente os gatos. Os ambientes naturais dos campings são um atrativo a mais para aguçar a curiosidade dos gatos e cães.

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  • Nosso Fredy, companheiro de todas as viagens, sente-se completamente à vontade dentro da Camper. Sempre que chegamos em algum camping, o Fredy realiza sua vistoria na região que circunda a casa (camper). Qualquer anomalia, animal estranho, toca ou buraco nos é apresentado, em tempo de decidir por outro posicionamento.
  • Durante os dois passeios diários, vai expandindo seus domínios, colecionando novos cheiros, sons e experiências, estimulando seus sentidos e instintos. Reconhece a Camper como seu porto seguro, e dali observa todos os movimentos. Durante o deslocamento, Fredy ocupa o banco traseiro com sua cama, caixa higiênica e sua caixa de transporte. Contrariando o que muitas pessoas pensam, o gato se porta melhor que o cachorro dentro do carro. Os pequenos espaços dão a segurança e conforto primeiros-socorrosnecessários para seu sono tranquilo.
    Para a segurança e saúde do Fredy, levamos um Kit de Primeiros Socorros exclusivo para a ele, incluindo aí medicamentos de emergência especialmente preparados pela sua veterinária. Cada um com seu uso e aplicação específica. Uma intoxicação inesperada pode ser muito perigosa para o gato, em local remoto e sem socorro imediato. Calculamos e estocamos a quantidade necessária de ração para a viagem, evitando soluções de última hora que podem desarranjar o animal. A água servida também é muito importante. Fredy gosta muito de beber água na bica, mas definimos alguns limites, quando a origem não é confiável.Fredy-e-sua-barraca-de-ataque
    Completando nossa tranquilidade, o Fredy tem em sua gargantilha todos os telefones e um sinalizador GPS para ajudar na sua localização caso se afaste involuntariamente da sua base num raio de ação de +- 30 metros. Implantado em sua pele leva também um microchip com todas as suas informações de localização e saúde, que pode ser lido em qualquer clínica veterinária. Cuidado nunca é de menos para quem é muito importante.

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Olhando os exemplos acima, fica mesmo difícil de entender os motivos que levam alguns campings a proibir a permanência de animais de estimação. Esperamos que essa tendência PET FRIENDLY seja um motivador de mudança para os casos radicais e inegociáveis de proibição que ainda persistem. Excluímos aí os campings instalados dentro de Parques Nacionais e APAs, onde a presença do animal doméstico é uma ameaça à fauna e a flora ali protegidas.

  • Você leva seu animal de estimação nas viagens?
  • Conte um pouco sobre as dificuldades e as alegrias.
  • Tem alguma experiência interessante para compartilhar?

Uma das últimas descobertas científicas, publicadas na prestigiosa revista Science, é que os cachorros amam seus donos com o mesmo amor do bebê por sua mãe. Também afirma-se que conviver com um animal de estimação, olhar sua mascote nos olhos, brincar com ela ouolhos-nos-olhos acariciá-la, produz forte dose de oxitocina, chamada de “molécula do amor”.
Era conhecido que a oxitocina inibe a amídala, a área cerebral encarregada de oferecer respostas ao medo e à agressão. Essa substância, muito presente nos momentos em que nos apaixonamos, também serve para reduzir o medo social.
Se nos humanos a carga de oxitocina costuma diminuir com o desgaste das relações amorosas, não acontece o mesmo com os animais, que sempre são bebês e consideram seu dono, homem ou mulher, como sua mãe. Por isso, considera-se que o amor que um animal sente por nós é inabalável e de absoluta fidelidade. Eles também estão eternamente apaixonados por nós. Exatamente como um bebê por sua mãe.

Dessas armas e desses muros nunca vai nascer essa “molécula do amor” que vive no coração desses seres que nos ensinam a difícil virtude da fidelidade.

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Por que pagar pedágio?

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dezembro/2015 - Esta é uma discussão muito recorrente nas rodas de campistas e caravanistas. Temos visto circular pelos meios eletrônicos (fóruns, redes sociais, grupos, e-mails) mensagens e dicas destinadas a escapar da cobrança.

Chegamos a ver casos, de proprietários de VR´s caros, muito caros, repassando experiências de fuga de pedágios, onde optam por estradas alternativas, quase sempre em péssimo estado, inseguras e imprevisíveis, para economizar alguns reais. Qual motivo, na verdade, tem levado cada vez mais pessoas a agir assim?

Na minha opinião, quem age assim está direcionando, equivocadamente para a iniciativa privada, a sua insatisfação com o desleixo do governo, nas 3 esferas, para com a malha rodoviária. Se não, vejamos alguns números e argumentos: […]

O Governo Federal investe parcos recursos na malha rodoviária brasileira. Nossas estradas, porestrada-esburacada onde escoam 60% de tudo que é produzido no país, estão em condições muito precárias. Já são décadas de descaso.

A Confederação Nacional de Transportes – CNT, realizou uma pesquisa em 2014, que apontou o seguinte:

  • 87% de nossas estradas são de pista simples
  • 40% das estradas não tem acostamento
  • 50% não tem placa de aviso antes de curvas perigosas
  • 62% são consideradas regulares, ruins ou péssimas pelos usuários
  • 38% são consideradas boas ou ótimas

Apenas 12% das estradas são pavimentadas. Isso representa pouco mais de 203 mil quilômetros asfaltados. Destes, 54,4% de responsabilidade dos estados, 32% são rodovias federais e 13,6% municipais.

Ainda de acordo com a pesquisa, os motoristas brasileiros gastam, em média, 26% a mais em manutenção de seus veículos, se comparados com outros países. Esse levantamento ainda mostrou que, na opinião dos usuários, as rodovias administradas pela iniciativa privada (concessão), 74% foram avaliadas como boas ou ótimas. As estradas de gestão pública, somente 29,3% obtiveram a mesma classificação.

É fato então, que a rodovia “pedagiada” apresenta boas condições. Contudo, o preço do pedágio é considerado, por mais de 70% dos usuários, ALTO. Transportadoras e caminhoneiros alegam que a tarifa interfere diretamente no custo dos fretes. O  IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) calculou, há 2 anos (valores da época), que o motorista brasileiro já gastava, em média, R$9,13 para percorrer 100 kms em uma rodovia “pedagiada”.

São Paulo é o estado com os valores mais altos de pedágio. Mas, também, é o estado que apresentou o melhor resultado: 78,4% das estradas no estado paulista foram avaliadas como boas ou ótimas. Não será sinônimo de que o recurso está sendo revertido para a melhoria das condições de rolamento?

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Essa “certeza” de que os pedágios são caros vem sendo notada pela evasão nas praças de cobrança. À despeito de ser uma infração GRAVE, com multa de R$127,69 e 5 pontos na carteira, os números e as manobras utilizadas surpreendem.

Em 2013, em um dos pedágios do Rodoanel, que interliga sete rodovias paulistas, 167,5 mil carros furaram os pedágios. Isso representa quase 20 carros por hora. Em 2012, quase 880 mil motoristas passaram pelos pedágios de São Paulo sem pagar. No ano passado (2014), foram 1.475 milhão de veículos.

Alguém paga por isso. Por analogia, o gato da luz ou da água, prejudica toda a sociedade.gato-de-luz Quem usa sem pagar, usa em demasia, descontroladamente. Quem usa e paga, trata de economizar. Mas não vê resultado na economia. Porque? Por que também paga pelo vizinho que rouba luz ou água. Não vendo horizonte, cada vez mais pessoas se arriscam e engrossam esse exército irregular. Enfim, está tudo errado. Está tudo muito caro. Pagamos fortunas por serviços que não recebemos. A corrupção é o “chorume” de nossa sociedade. Os exemplos vem de cima, como um maremoto, praticados por aqueles que (em tese) nos governam e representam.

Nosso povo é pacífico. Em alguns outros cantos deste mundo, essa classe usurpadora, que usa a fome e a educação como mercadoria de manobra, já estaria eliminada. Melhor dizendo, nunca chegaríamos ao ponto em que estamos.

Mas voltando aos números. Se 1.475 milhão de veículos, em 2014, deixaram de pagar pedágio, ao custo médio de R$9,13 (valores de 2012, por 100km rodados), teremos a fortuna de quase R$ 14 bilhões que deixaram de ser recolhidos pelas concessionárias e que, por este motivo, foram incorporados aos custos. Na planilha de custos das concessionárias, estão os riscos da evasão, que são atualizados com base nas estatísticas apuradas ano a ano. E assim vamos indo, no sem fim da vantagem momentânea, que muitos cismam em perpetuar e propagar.

O que me motivou a escrever sobre este assunto, foi a experiência de um colega caravanista, que alardeava aos 4 cantos suas manobras espetaculares para fugir das tarifas. Dentre elas, a mais usada hoje em dia, que consiste em manter-se próximo do veículo da frente, nas cobranças automáticas. Assim que o veículo passa, a cancela aguarda o sensor de presença liberar o fechamento. Nosso colega acima então, acelera e passa, não sendo tarifado pelo sensor, que não teve tempo de ler a etiqueta presa no seu para-brisa dianteiro. Emocionante diriam alguns.

Essa prática já produziu muitos acidentes, de efeitos prático e imediato. Sérios prejuízos para si mesmo e para quem agia de forma correta. Mas não foi isso que ocorreu com nosso amigo.ambulancia Em trânsito por uma rodovia pedagiada, esse amigo perdeu uma roda. Perdeu também o controle do veículo e no capotamento, sofreu muitos ferimentos, incluindo aí a perda da consciência de sua esposa. Me contou, que nos longos 14 minutos que esperou por socorro, dentro do carro cuidando dos sinais vitais de sua esposa, percebeu-se confiante no pronto atendimento da concessionária. O que de fato ocorreu. O sistema de câmeras flagrou o acidente. Em paralelo, outro usuário acionou o socorro por um telefone de emergência. Uma ambulância na base operacional mais próxima atendeu a ocorrência e, nos mais longos 14 minutos que disse ter vivido, já estavam recebendo socorro ESPECIALIZADO. Uma ambulância UTI, com médicos treinados em emergência. Isso NÃO TEM PREÇO.

Hoje, nosso amigo, antes conhecido como o “pirata das estradas”, entende o valor embutido na tarifa. Pelas contas dele, por mais que viva e por mais tarifas que venha a pagar depois do acidente, nunca vai repor os valores materiais e profissionais envolvidos em seu resgate.

Ao pagar o pedágio, o usuário tem acesso a benefícios que se traduzem em mais segurança e guinchoconforto. Isso não pode ser medido em $ no dia a dia, mas pode ser sentido por quem trafega com tranquilidade. Porque você renova o seguro do seu carro todo ano, se nunca precisou dele? Por que um dia pode precisar. Pensando assim, tem lógica pagar pelo uso de uma rodovia, em boas condições, com segurança, serviços, bases operacionais, … O guincho de uma rodovia pedagiada tem a previsão de chegada ao veículo enguiçado, de 30 minutos, levando você e seu carro para local seguro e protegido. Experimente saber com sua seguradora, quanto tempo leva para que você seja atendido. Melhor esperar em local seguro, não?

Outro fator que pode passar desapercebido pelo usuário das estradas concedidas, é a redução drástica do número de acidentes. Isso é reflexo da manutenção da via, das campanhas educacionais que enfeitam as pistas, induzindo o motorista a repensar suas atitudes.

A tarifa está cara? Eu digo o seguinte: TUDO ESTÁ CARO. Eu pago caro pela água, pela luz, pelo plano de saúde, pela educação, pela comida, pelo combustível, pelos infinitos impostos em cascata embutidos em tudo que circula, pelos impostos dos impostos, pela corrupção que drena nossas riquezas. Se ainda não encontrei forma de combater estes abusos, não será também este o motivo que vai me perverter. Não é porque alguns fazem, que vou comprar produto barato roubado. Precisamos interromper a corrente, quebrar o ritmo e estabelecer a ordem.nas-estradas-do-planeta-2016-rede

Eu pago o pedágio com muita satisfação. Vejo retorno imediato, já no quilômetro seguinte. Levo comigo, junto aos sonhos de conhecer lugares, as pessoas mais preciosas da minha vida.

Se você, ainda assim, insiste em evadir-se de pagar pedágio, faça-o intimamente. Abstenha-se de angariar adeptos à sua prática. Tenha certeza que eu e muitos outros vão continuar pagando pela sua segurança e tranquilidade.

Pesquisando nos sites das concessionárias, compilei alguns outros números.

  • No âmbito da ECO101, em 2014, foram atendidas 140 mil ocorrências médicas e mecânicas
  • Ainda nos trechos da ECO101, foram repassados aos municípios cobertos, mais de 7 milhões e em tributos federais mais de 6 milhões, em apenas 6 meses de operação.
  • No âmbito da CONCER – BR040, em 2014, foram realizados 30.860 atendimentos mecânicos e 16.260 remoções médicas.

As ações das concessionárias não se limitam a socorrer, manter e investir. Atuam também na área social e ambiental, cobrindo mais uma lacuna deixada por quem deveria. Uma pesquisa mais cuidadosa vai trazer a tona projetos de recuperação de fauna e flora impecáveis, com resultados concretos e dignos.

Nós pagamos IPVA todos os anos e não vemos a aplicação do recurso. Nós pagamos, descontado na fonte, o INSS e o IRPF e não vemos retorno. E o IPTU também. Mas continuamos pagando. E não há manobra legal que nos livre da obrigação.

Já o pedágio nas rodovias, nos devolve qualidade, segurança e serviços imediatos. Porque então, agir contra o que está dando certo? Se é caro ou não, precisamos achar a esfera correta para discutir.

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Comentários importados do Fórum de Discussões do Portal Macamp.

Osnir Alexandre Junior - Gerente de projetos at NTK Solutions

Adorei a matéria, muito boa! muitas vezes escolho meus destinos pelas rodovias que terei que seguir, mas sempre com a preocupação da vasão, segurança e velocidade média, nunca pelo menor preço dos pedágios. Tb acho caro como a maioria, mas infelizmente é um preço que temos que pagar pela melhor qualidade, e os resultando de uma rodovia recém pedagiada são percebidos logos nos 6 primeiros meses. abs - Dec 2, 2015 9:52am

 

Luiz Campista - Santos

Muito bom Carlos, penso da mesma forma. - Dec 2, 2015 9:44am

 

Roger Formiga - Universidade de São Paulo

A questão dos valores dos pedágios, está relacionada com o processo de privatização. No estado de SP nas rodovias estaduais, foi vencedora a empresa que ofereceu maior valor para o estado. Lógico que iriam tirar dos pedágios. Muitas rodovias de SP têm pedágios caríssimos e condições bem precárias, um bom exemplo é a Raposo Tavares.
Já os últimos processos de privatização feitos pelo governo federal da BR116 e da Fernão Dias, usou como critério vencedor quem tivesse o menor custo de pedágio para o usuário. Então na Regis, paga-se R$ 2,00 por veículo ou eixo de veículo comercial. Nas estaduais, paga-se muito mais.
Acho correto a cobrança de pedágio desde que seja proporcional ao serviço oferecido.
Um caso de cobrança excessiva e irregular é o que se cobra na Imigrantes, pois cobram na ida também a volta, supondo que o veículo volte pelo mesmo lugar, o que nem sempre acontece. Já várias vezes desci pela Imigrantes e subi pela Régis ou por Bertioga. - Dec 1, 2015 5:37pm

 

Roberto Pelagio - Ufrj

Parabéns Carlos, tens aqui um admirador sincero. - Dec 1, 2015 1:33pm

 

Leo Lerback -

Carlos Roberto Paiva, parabéns pelo excelente artigo. É exatamente o que eu penso. O problema é que uma grande parte do povo ainda está na cultura do "se dar bem". Alguns (poucos) campistas além de furar ou contornar pedágios, ainda tem preferem pernoitar na rua, sem nenhuma segurança, a ficar no camping para não pagar a diária. Como já disse em outras ocasiões, o Campismo é um microuniverso do que temos no mundo... os bons e, infelizmente, os maus costumes. - Dec 1, 2015 11:26am

Bexiga – Lesões por colisões leves

bexiga

A dica é: Vá ao banheiro antes de entrar no carro!

Não só você. Incentive a todos que viajam juntos a você, a esvaziar suas bexigas antes de enfrentar algumas centenas de quilômetros de estrada.

Aproveite para esvaziar sua bexiga, sempre que possível. Vai aliviar sua região pélvica, descomprimir as paredes do órgão, além de fazer você andar um pouco.

Você sabia que a maioria dos acidentes leves, com colisões frontais ou laterais apresentam como efeito imediato o rompimento da bexiga? Claro, sempre estamos protelando a hora de parar para ir ao banheiro, não é mesmo? Veja o que diz o Urologista Dr. Celso Gromatsky do Hospital Sírio Libanês. […]

Dores nas Costas - como evitar nas viagens longas de carro?

Lower back pain (red) caused by an improper sitting position while driving. This X-ray shows the bones of the lower back to be curved rather than straight. Lower back pain (lumbago) is extremely common, affecting most people at some point in their lives. Poor posture is one of the major risk factors.

Dor nas costas. A maior vilã das viagens longas. Nós limitamos os esticões na estrada em até 500km/dia, mas o cansaço acumulado, vai modificando nossa postura.

A consequência é a dor nas costas. Precisamos cuidar preventivamente, aprender como evitar que a dor se apresente. Neste artigo, vamos tentar lhe ajudar nesta tarefa. Postura correta, exercícios, atitude, relaxamentos e dicas que promovem o bem estar na estrada são o foco aqui. […]

Primeiros Socorros - Cruz Vermelha lança APP

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Quantos cursos de Primeiros Socorros você já fez?

setembro/2015 - Somados a Gleidys e eu, já temos 5 cursos. E mesmo assim, quando resolvemos testar nossos conhecimentos, concluímos que perdemos a agilidade na hora de decidir qual procedimento é o mais adequado para cada tipo de emergência. Quando estamos próximos de fazer uma grande viagem, é nossa preocupação rever essa matéria. Afinal, somos uma equipe na estrada, que precisa estar afinada e pronta na hora certa.

E não é que a Cruz Vermelha acaba de lançar um APP de suporte para várias emergências!!! […]

Psoríase - há solução

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setembro/2015 - Pode parecer um assunto “off topic”, desconectado com nosso blog de viagens, mas não é. Vou explicar o porquê.

A psoríase é uma doença restritiva, que impõe dificuldades muitas, inclusive a de deslocamento quando se instala na planta dos pés. Se somos apaixonados por viagem, montanhismo, aventura, a psoríase palmar e plantar dificulta ou mesmo impede a realização de atividades “outdoor” e a viagem, por si só, pode ficar comprometida.

É  uma doença não contagiosa, que aparece sem aviso e sem vinculação com idade mas, intimamente ligada ao sistema imunológico. Seu gatilho pode ser uma forte emoção, seja ela boa ou má.

─ E quantas foram as grandes emoções no curso de sua vida? ─ Porque somente agora, numa fase em que você está de bem com a vida, cheio de projetos, de bom humor, organizado???

CarlosAconteceu comigo, aos 58 anos. Os últimos 3, convivendo com a doença, foram de batalha. Não sei dizer a quantos dermos e imuno especialistas fui, quantas pomadas à base de corticoides e cremes hidratantes usei. Não quero saber quanto gastei até hoje. Pode ser que tenha uma recaída por conta da fortuna investida, sem resultado.

HISTÓRICO

Há 3 anos (2013) decidimos, eu e minha esposa (Gleidys), que a Urca, no Rio de Janeiro, já não mais devolvia a tranquilidade que buscávamos, quando largamos Copacabana, pelos mesmos motivos. Recém aposentada, a Gleidys lançou a ideia de mudarmos para Teresópolis, cidade serrana que sempre frequentamos e já era nossa fuga regular de fim de semana.

Não pensei duas vezes. Negociei uma transferência para Petrópolis, alugamos um apartamento simples para a semana útil e fixamos nossa residência em Teresópolis. Em 3 anos eu também estaria aposentado, encerrando o compromisso profissional. Essa liberdade tão aguardada pode ter gerado alguma ansiedade, que deve ter sido somatizada e somada a tantas outras tensões que vamos resolvendo conforme vão aparecendo, mais racionalmente que emocionalmente.

escalandoA doença surgiu silenciosa. Apaixonado por escaladas, praticava quase que diariamente nas mais de 270 vias dos morros da Urca. Meus dedos eram a representação do atleta dedicado. Os calos e os ferimentos frequentes nas pontas dos dedos, foram a porta de saída da psoríase.

Deste ponto em diante, tive que me afastar do esporte, dedicando toda minha atenção a doença, que só foi, efetivamente diagnosticada, 2 anos depois. Estranhamente, tantos profissionais ditos especialistas, sempre descartaram a psoríase, a favor das famosas dermatites de contato. Com o tempo, a doença também se manifestou na sola dos pés, intensa e mais restritiva ainda. As fotos abaixo mostram minhas mãos e pés. A pele endurece, racha e abre, provocando muito desconforto e dor.

psoriase-palmar

psoriase-plantar

A partir da biopsia que confirmou a psoríase, fui apresentado a medicamentos controlados (Humira e Metrotexato) que garantiam os resultados mas trazendo junto sérios efeitos colaterais. Estas substâncias chamadas de imunossupressores, atuam bloqueando a resposta do sistema de defesa do organismo. Com isso, a produção de pele descontrolada cessa e os sintomas da psoríase desaparecem ou ficam sob controle. A lista de efeitos colaterais (Humira / Metrotexato) é infinita e a interferência sobre o sistema imunológico, um risco para o aparecimento de outras enfermidades. Entrei na lista para obtenção do Humira pelo SUS, já que é a única fonte de obtenção. Seu custo mensal (2 aplicações) é da ordem de R$ 8.000,00.

A REVIRAVOLTA

Preocupado com os efeitos colaterais prometidos pela medicação, fui consultar meu médico ortomolecular, que me acompanha há 25 anos. Enfaticamente, ele me disse para não iniciar o tratamento e testar por 60 dias uma substância chamada Naltrexona, que mostrou sucesso em doenças como Crohn e Lúpus, Esclerosa Múltipla, Artrite Reumatoide, todas doenças auto-imunes.

Em baixas doses diárias ao deitar, atua sobre o sistema imunológico durante o sono, por um curto espaço de tempo, regulando suas funções. Não produz qualquer efeito colateral e não reduz suas defesas corporais. Medicamento também controlado, que é obtido a partir de manipulação em farmácias especializadas.

Custo??? R$ 50,00 por mês. Resultados??? em 30 dias são essas as novas fotos.

dedos-depois-30-dias

Pes-depois-30-dias

Volte às fotos anteriores e faça a comparação.

Portando, fica aqui minha mais sincera repulsa para com a “conspiração”, se assim podemos adjetivar, que leva a demora na solução e a pouca ou quase nenhuma investigação/divulgação de alternativas mais baratas e mais seguras, que ajudam na cura de tantas pessoas que sofrem com doenças similares, de origem auto-imunes.

Meu tratamento continua evoluindo positivamente. Estou próximo dos 50 dias de medicação, já liberado para as atividades físicas que tive que abandonar por tanto tempo. Caminhadas, trilhas, escaladas, pedaladas, corridas,… Ufa!! Muito tempo perdido para recuperar.

À partir do contato com esta substância, a “web hunter” Gleidys, minha esposa, encontrou muito material esclarecedor na internet, que alimenta mais ainda minha indignação diante da postura destes médicos que favorecem a máquina comercial da saúde, defendendo medicações inócuas, ineficientes, viciantes, caras e etc.… Inaceitável a alegação do desconhecimento. A medicina pressupõe estudo e a constante atualização de técnicas e pesquisas.

A Low Dose Naltrexone Therapy (LDN), ou Baixas Doses de Naltrexona é a descoberta médica mais importante do século XX, segundo o médico Dr. Lair Ribeiro. Leia este artigo, assista ao filme e se surpreenda com a vasta gama de enfermidades que podem ser tratadas com a LDN. Infelizmente, poucos médicos fazem uso desta terapia de baixíssimo custo. Converse com seu médico sobre a possibilidade de aplicação da terapia LDN.

Na foto abaixo, estou dando meu depoimento e mostrando a evolução do controle e regressão da doença a um grupo de médicos, durante curso de medicina ortomolecular, ministrado pelo Dr. Artur Lemos, no Hotel Atlântico – Copacabana/RJ, agora em setembro/2015.

depoimento-hotel-atlantico

Meu médico, Dr. Artur Lemos é cardiologista, geriatra, médico ortomolecular, Membro Honorário da Associação Médica Brasileira de Oxidologia, Mestre Notório Saber na Prática Ortomolecular conferido pela AMBO, Professor convidado do Curso de Pós – Graduação em Medicina Anti-Envelhecimento da SOBRAE-São Paulo, Professor convidado do Curso de Pós-Graduação Do Instituto de Fisiologia Humano-Longevidade Saudável. Pesquisador contumaz, que busca tratar as causas e não somente os sintomas. Veja alguns de seus livros:

  • Suporte Terapêutico para Doenças Degenerativas (trata com profundidade da LDN, K2 e Vit. D, além de mostrar vários casos de sucesso)
  • Remédios que curam: Remédios que matam
  • Processos Naturais de Desintoxicação para Prevenção e Tratamento de Doenças
  • Medicina Natural e Ortomolecular
  • Controle e Tratamento das Doenças do Aparelho Digestivo
  • Prática Ortomolecular

Interessado em saber mais alguma informação sobre a minha experiência com a psoríase, fique a vontade. Pode me escrever diretamente carlos.roberto.paiva@globo.com, ou postar algum comentário ao fim do post, que respondo logo.
Me comprometo a manter atualizadas as fotos e informações do processo de controle da minha psoríase, aqui neste post. Sugiro que mantenha este link em seus favoritos e retorne com a frequência que julgar conveniente.

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60 dias - 11/10/2015 – A seguir a foto de 60 dias dos meus pés. O processo de melhora continua ascendente. A planta do pé está quase que completamente livre das áreas de pele dura e seca.  As mãos, que já estavam normais, continuam ótimas.

pe-60-dias

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90 dias – 13/11/2015 – Então. Passados 90 dias, aí vão as fotos das plantas dos meus pés e dos dedos das mãos. Os pés continuam numa curva sempre ascendente de melhora. Já quase não se percebem as marcas da psoríase. Já com as mãos, tive uma pequena recaída após os 60 dias, motivada, com certeza, por um problema particular, que interferiu no meu emocional. Mas tão logo veio, foi controlada pela LDN. Pode-se notar, nas fotos dos dedos, ainda um pouco do ressecamento da pele.

Em consulta ontem (12/11) com meu médico, Dr. Artur Lemos, discutimos sobre essa recaída. É considerada normal, na forma de pouca intensidade, já que a terapia do LDN atua diariamente sobre o sistema imunológico. Sem a LDN, teria sido uma crise muito forte e de longa permanência.

Repassei as perguntas que tenho recebido dos amigos que convivem com a psoríase ao Dr. Artur. Aí vão as respostas:

  1. SIM. O uso da Naltrexona será permanente. A deficiência do sistema imunológico que resulta na forma da psoríase e de outras tantas doenças é um problema definitivo. Não há como regredir à forma ideal, anterior à doença. Todas as demais medicações aplicáveis, também são pra sempre. A grande e principal diferença está, na TOTAL ausência de efeitos colaterais danosos. E como brinde, o baixíssimo custo.
  2. NÃO. Não é adequado o aumento da dose com o intuito de acelerar o processo de melhora e controle. Em doses mais altas, o efeito da LDN será de bloquear o sistema imuno, abrindo portas para outras doenças. Em baixas doses, ela atua como estimulador do sistema imuno, regulando suas funções de forma apropriada. Portanto, amigos. Paciência e sobretudo, evitem a ansiedade pela melhora rápida. Essa ansiedade pode contribuir negativamente para sua melhora, já que mexe com o seu emocional.

Vamos às fotos atuais:

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Para comparar com as fotos anteriores, role este post para cima, passando pelas fotos de 60, 30 dias e as do momento da crise inicial.

120 dias - 13/12/2015. Aos 120 dias, meus pés estão completamente limpos. Vou considerar que minha psoríase está controlada. Voltei a minha vida normal. Minhas mãos não tem mais qualquer marca. De acordo com meu médico, Dr. Artur Lemos, a Naltrexona será de uso contínuo, independente do desaparecimento dos sintomas. Num futuro, podemos suspender por um período pequeno e ver se há regressão no controle. A seguir as fotos atuais dos pés. Para ver a evolução, role este artigo até o início.

pe-esquerdo-120-dias

pe-direito-120-dias

Durante meu processo de melhora, conheci muitos outros colegas com psoríase, alguns com a forma leve e outros com formas mais agressivas da doença. Alguns conseguiram se deslocar e se consultar com o Dr. Artur, no Rio de Janeiro. Outros, baseados no que aqui está descrito, obtiveram a receita junto a seus médicos. Só tive retorno de melhora para todos que resolveram confiar nesta substância. Mesmo as formas mais violentas regrediram, devolvendo o prazer de viver para quem já achava que estava no fim do poço. Fico muito feliz por ter contribuído e me coloco à disposição para mais qualquer outra forma de ajuda.

Só voltarei a atualizar este artigo, na eventualidade de aparecer alguma nova informação de relevante importância. Aos amigos que estão se tratando com a Naltrexona, lembrem de retornar aqui e deixar seus depoimentos. Isso vai encorajar mais alguns a acreditar que essa doença tem controle.

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Dezembro/2015

Novidade 1: Retomei a edição deste relato, para adicionar uma alteração de dosagem que adotei, por 10 dias, orientado pelo meu médico, o Dr. Artur.
Resultado de muita expectativa e ansiedade que antecedeu uma longa viagem em dezembro/2015, os dedos de minhas mãos tiveram uma recaída. Conversei com meu médico e fui orientado a aumentar a dosagem, incluindo mais um comprimido de 4,5mg às 11h das manhã, além de manter a rotina do comprimido das 23h. Após 10 dias, a psoríase sumiu. Retornei então à dosagem única das 23h e estou bem até hoje (fevereiro/2016). Converse com seu médico sobre essa possibilidade, caso esteja precisando de uma maior ajuda no tratamento. Veja as fotos dos meus dedos em 10 dias de dosagem dobrada.

ab
cd
ef

marcas

Novidade 2: Mesmo com a doença em total controle, restou nos meus pés umas marcas da psoríase, que não sumiam. Fui desestimulado em raspar, usando aquelas pedras ou lixas. Acabei esquecendo, até que depois de passar alguns dias na praia, andando descalço na areia, o atrito eliminou os resíduos de pele, naturalmente. Experimente.

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Abaixo vão as fotos atualizadas hoje, em fevereiro/2016

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fevereiro/2016 – volto aqui para contar uma conversa que tive com uma dermatologista muito bem posicionada. Sem nomes ou qq identificação, para evitar represálias para com o médico e ou a clínica.

Vamos lá. Tenho recebido muitos contatos de pessoas com psoríase, perguntando onde e como obter a receita da Naltrexona. Se não mora no Rio, para uma consulta com meu médico, oriento a procurar um dermo, informar sobre a Naltrexona e pedir a indicação e receituário para manipulação. Todos, unanimemente, me retornam dizendo que os médicos alegam desconhecer e se negam a fugir dos padrões existentes. Curioso, resolvi abrir esta discussão com esta dermo que citei acima. A seguir, a resposta nas palavras dela:

“Na verdade, a Naltrexona é muito bem conhecida e de eficácia mais que comprovada. O fato é que não nos é permitido receitar nada diferente do que determinam os acordos tácitos definidos com os laboratórios. Qualquer indicação diferente pode determinar alguma reação dos LABS contra a clínica ou contra nós, médicos. Sugiro que essas pessoas procurem homeopatas ou médicos ortomoleculares, que tem liberdade de decisão nessa linha de medicamentos e substâncias.”

Mais uma vez fazemos contato com essa “conspiração” que leva ao comércio da saúde. Preservar a doença para garantir ganhos a qualquer custo. São muitos os exemplos de soluções simples que ficam restritas ao boca a boca, já que não recebem apoio da máquina e do sistema de saúde. Estou fazendo a minha parte. Expondo minhas experiências e ajudando da melhor forma possível. Meu médico, também um obstinado na cura, tem editado muitos livros sobre o tema. Dentre eles, aconselho o “Remédios que Curam: Remédios que Matam, o lado negro da indústria farmacêutica”.

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tegum

março/2016 – muita gente tem me perguntado qual hidratante ou pomada ou creme utilizei como coadjuvante no tratamento de minha psoríase. De fato esqueci de citar. Usei e ainda uso o Tegum, uma emulsão com óleo de Andiroba. Dentre tudo que usei antes, somente esse teve efeito cicatrizante, na fase em que minhas feridas ainda estavam  abertas.

Como uso muito as mãos, seja escalando, manipulando cordas e equipamentos, seja fazendo trabalhos manuais, mantenho o Tegum ao meu alcance, para a regeneração da pele depois das atividades. Custa em torno de R$60,00 o tubo com 100g (valores atualizados agora em fevereiro/2017). Costumo encontrar na loja Princípio Ativo.

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abril/2016 – Em resposta aos amigos que procuram médicos com conhecimento sobre a Naltrexona, passo os links disponíveis:

Protocolo Dr. Cícero Coimbra. Lista mantida pelo blog “Vitamina D, por outra terapia”. São médicos que realizam o tratamento com vitamina D, baseados no protocolo do Dr. Cícero Coimbra, que também ministra a LDN. Como é uma lista não mantida por mim, peço que me informem caso haja alguma inconsistência. Médicos no Brasil e Exterior

Protocolo LDN. Os médicos desta lista são adeptos do protocolo LDN. Esta lista foi obtida através de pesquisa na internet e também, por solicitação dos médicos que tiveram acesso a este depoimento. Lista de Médicos adeptos do protocolo LDN.

Abaixo, médicos indicados pelos amigos que leram este artigo e já se tratam com a LDN.

  • Dr. Artur Lemos, Ortomolecular e geriatra – Rio de Janeiro, Copacabana – RJ – 21 99856-6119
  • Dr. Roberto Borlido, Ortomolecular – Rio de Janeiro, Copacabana – RJ – 21 98711-2781
  • Dr. Luiz Guilherme Pinheiro Branco, Oncologista – Rio de Janeiro – RJ 21 99692-5341 e 21 7828-2489
  • Dr. Paulo Monte, Ortopedista – Rio de Janeiro – RJ – 21 2223-1033 e 3024-2217
  • Dr. Luiz Guilherme P. Branco, Oncologista/COI Botafogo – RJ – 21 3820-4444
  • Dr. David Martins, Clínico Geral, Homeopata, Ortomolecular, Medicina Tradicional Chinesa – Petrópolis, RJ – WhatsApp 24 99298-7214 e fixo 24 2235-9142
  • Dr. Naif Thadeu, Nutrólogo – São Paulo – SP – 11 94758-3032
  • Dra. Haládia Pessotti de Campos Simião – nutróloga, ortomolecular – São Paulo, SP – 11 38848984
  • Dr. Teruo Watanabe, Clínico Geral – Criciúma, SC – 48 3433-6488
  • Dr. Degmar Ferro, Homeopata, Acupunturista e Fitoterapeuta – Ribeirão Preto, SP – 16 3021-4788
  • Dr. Marcus Vinicius Salomão, Clínico Geral – São José dos Campos – SP 12 3943-6677
  • Dr. Massaiti Tokunaga, Otorrinolaringologista  - Campo Mourão – PR – 44 3523-5926
  • Dra. Themis Pinheiro Corrêa, Cardiologista – São Luís – MA – 98 2108-7000
  • Dr. José Tadeu Tramontini Filho, Médico da Família, Acupunturista, Terapia da Dor, Ozonioterapia, Nutrologia – Lauro de Freitas – BA – 71 3026-2626 e 71 99924-6126

Você conhece um médico que receite Naltrexona? Mande-me o contato completo, para atualizar esta lista para quem precisa de ajuda em outros estados. e-mail: carlos.roberto.paiva@globo.com

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Modelo de Receita da Naltrexona e Perguntas e Respostas

Veja neste link como deve ser receitada a Naltrexona e como deve ser preenchido o Receituário Especial Controlado, para orientar seu médico. Veja também as perguntas e respostas mais frequentes sobre a LDN.

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maio/2016 – Criamos um Grupo de Discussão para registrar e mGroupBlueGreenanter organizados e passíveis de pesquisa as perguntas e discussões desenvolvidas pelos amigos que desejarem trocar dicas e experiências. Doenças Autoimunes - Participe!!

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agosto/2016 – Já se vai 1 ano (365 dias) de tratamento com a Naltrexona. Continuo limpo, sem qualquer efeito colateral. Em paralelo, as dores musculares e articulares também cessaram. O meu peso corporal reduziu aos níveis ideais para a relação altura x peso. A seguir as fotos atualizadas das minhas mãos e pés.

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outubro/2017 – passado mais de 1 (um) ano desde as últimas fotos, posto abaixo fotos atuais dos meus pés e mãos. Sem qualquer recaída ou efeito colateral durante todo este período. Continuo tomando a Naltrexona a 4,5mg diária, antes de dormir.

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pe-esquerdo-outubro-2017pe-direito-outubro-2017

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Se você pegou este artigo pelo meio, sugiro rolar a tela até o início, para acompanhar a cronologia da minha cura e como os fatos se sucederam. clique aqui para retornar ao topo

Ainda tem dúvidas?
Veja este Perguntas e Respostas traduzido do site www.lowdosenaltrexone.org

Entende um pouco de Inglês? Assista a essa animação e veja como a Naltrexona age no seu sistema imunológico. Também está legendado.

Uma forma de manter a leveza da mente e do corpo é viajar. Permita-se novos horizontes. Como disse o querido Fernando Pessoa: “Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma de nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos faze-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.

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