Caindo na estrada

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Amigos. Estamos colocando nossa casa sobre rodas na estrada. A proa está apontada para o sul e o Uruguai.

Vamos reduzir a frequência de posts aqui no blog, direcionando nossa presença para a página no Facebook, no Instagram e no Twitter. São mecanismos mais dinâmicos e mais simples de operar, enquanto estamos rodando.

Quando retornarmos, lá por volta da segunda quinzena de fevereiro, vamos compilar todas as anotações, POI´s, fotos e filmes, para contar com todos os detalhes o que vimos e o que fizemos, em cada cantinho de nossa viagem.

Se ainda não nos acompanha nas redes sociais, clique nos links abaixo e interaja conosco. Será um prazer sentir sua presença ao nosso lado, quilômetro por quilômetro, atrativo, camping, albergue, pousada, restaurante, cachoeira, mergulho, natal e ano novo.

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Abaixo, as prováveis datas de nossa passagem pelos locais planejados.

Local Período
Teresópolis – RJ (partida) 18/12
Brotas – SP de 18/12 a 25/12
Foz do Iguaçu – PR de 26/12 a 02/01
Rio do Sul – SC de 04/01 a 08/01
Urubici – SC de 09/01 a 11/01
Cambará do Sul – RS de 12/01 a 15/01
Gramado – RS de 15/01 a 16/01
Santana do Livramento – RS / Rivera - UR de 17/01 a 18/01
Uruguai (Termas de Guaviyu, Flores, Colônia de Sacramento, Montevideo, Piriápolis, Maldonado, Punta Del Este, La Paloma, Barra de Valizas, Punta Del Diablo, Barra de Chuy)

de 18/01 a 31/01
Tapes – Lagoa dos Patos – RS de 01/02 a 02/02
Imbituba, Garopaba, Guarda do Embaú, Camboriú – SC de 02/02 a 08/02
Curitiba – PR 08/02
Boituva e Itú – SP 09/02 a 12/02
Teresópolis – RJ (chegada) 13/02

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RECOMENDAMOS PARA VOCÊ A LEITURA ABAIXO

Brotas – Turismo de Aventura
Foz do Iguaçu – muito além das Cataratas
Urubici – no topo do sul do Brasil
Cambará do Sul e Gramado – últimas paradas antes do Uruguai

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Feliz Natal – Feliz Ano Novo

Mensagem de Natal 2016-

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Viajando com seu Animal de Estimação - Legislação e Dicas

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dezembro/2015 - Dentro do Brasil, não verificamos qualquer problema relacionado com o transporte de nosso gato, o Fredy, muito embora seja correto levar um Atestado de Saúde, atualizado (90 dias) emitido pelo veterinário. Entretanto, para entrar no países do Mercosul ou aqueles que ainda não são signatários, como também América Central e Norte, alguns cuidados precisam ser tomados. Enquanto não experimentamos pessoalmente a transposição de fronteiras, consideramos como orientador neste assunto, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, através do documento abaixo: […]

Perguntas e Respostas frequentes sobre Viagens Internacionais com Cães e Gatos

Veja também:

Transporte Internacional – Cães e Gatos e Nota de Esclarecimento sobre o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos

É prudente, também, consultar o consulado do país que pretende visitar, para obter a visão e as leis do lugar, já que tudo é possível na cabeça de um funcionário de aduana ou imigração. Para saber onde se consultar, veja no link a seguir os telefones e endereços de todos os consulados estrangeiros instalados no Brasil.

Endereços de todos os consulados estrangeiros no Brasil

Considere também conversar com o veterinário de seu animal, para primeiros-socorrosmontar um caixa deIMG_0694 primeiros socorros específica para ele, incluindo aí Anti-alérgicos e Anti-tóxicos (principalmente para gatos). Cuidado que você pode perder o estoque de ração ao entrar em alguns países. Mas todo e qualquer sacrifício é justificável para estar com seu amigo aonde você for. Quem consegue resistir a este olhar de solidão aí ao lado? anjo

Veja também o folder sobre o Passaporte para Trânsito, expedido pelo Ministério da Agricultura

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Como foi a nossa experiência com o passaporte do FredyDraUrsula

Agora, em outubro/2015, levamos o Fredy para aplicar o microchip da Partners, na Veterinária Santo Antônio, em Teresópolis. É requisito para obter o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos, emitido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O Fredy nem percebeu a implantação do microchip. O carinho de sua médica veterinária, a Dra Úrsula, fez a diferença.

Com o chip implantado no animal e de posse do Certificado de Identificação do Microchip (modelo), preenchido pela veterinária responsável e de um atestado de saúde com menos de 30 dias (modelo), deve ser agendada uma entrevista junto a uma unidade da Vigi Agro -Vigilância Agropecuária Internacional, localizada em portos, aeroportos, postos de fronteira e aduanas especiais. No Rio de Janeiro, fica no terminal de cargas da Infraero, no antigo aeroporto do Galeão, Ilha do Governador (21 3398-3169 / 3398-3773). O acesso é meio complicado. Use as coordenadas a seguir no seu GPS do carro (-22.827362°, -43.249075°), ou abra este arquivo .kmz no Google Earth para se posicionar melhor. O animal precisa estar presente para a leitura do microchip.

Você deve levar ainda, 2 fotos 5x7, original e cópia do Atestado de Saúde, do Certificado do Microchip, da carteira de vacinas (em dia), RG do proprietário do animal, comprovante de residência, as etiquetas extras com o código de barras do microchip (será necessária uma unidade para aplicar no passaporte) e o requerimento preenchido – modelo -(se desejar, pode preencher na hora, mas leve sua cópia – lá não tem impressora ou formulário disponível).

Cumpridas todas as exigências, você sairá de lá com o documento emitido. Abaixo, o passaporte do Fredy.

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Mas não acabou ainda. Você deve retornar à médica veterinária que cuida do seu animal e pedir que transfira para o passaporte, nas páginas correspondentes, as últimas aplicações de vacinas antirrábica, ectoparasitos, endoparasitos e outras, todas assinadas e carimbadas com o CRMV.

E, por fim, procure agendar o mais próximo possível de sua viagem, uma entrevista para obter o CZI (Certificado Zoos sanitário Internacional (21 3398-7072 no Rio, czi-rj@agricultura.gov.br), na mesma localidade da Vigi agro acima, sala 104, levando outro Atestado de Saúde atualizado. O veterinário de seu “pet” precisa atestar, na pág 24 do passaporte, que o animal está clinicamente sadio, datando, assinando e carimbando com CRM. Para entrar no Uruguai, também será necessário levar à VIGIAGRO, um atestado de que o animal “NÃO ESTÁ CONTAMINADO COM LESHMANIOSE”, mesmo sendo um gato, já que essa doença é característica de cães.

O fim do processo se dá com o carimbo da Vigi Agro na página 30 do passaporte, apontando o país de destino, com data e carimbo do fiscal responsável.

Porque obter o CZI o mais próximo possível da viagem? A validade do CZI é de 60 dias. Caso sua viagem seja superior a 60 dias, vai necessitar obter outro CZI, no país onde se encontra, para poder retornar ao Brasil ou seguir para outros destinos.

Pareceu uma maratona burocrata, mas conseguimos concluí-la, a despeito de quase perder a viagem à Vigi Agro, por conta de um funcionário que não sabia distinguir MERCOSUL de EUROPA. Queria nos exigir, novamente, todos os documentos e requerimentos que já havíamos preenchido na fase de obtenção do passaporte. Não fosse a presença de um fiscal mais experiente, o dia estaria perdido.

Outro fato lamentável, é a total falta de civilidade destes órgãos, que são pagos com nosso dinheiro. Caso você esqueça de preencher algum dos muitos formulários (com certeza por ter sido mal informado), perderá seu dia, porque eles não disponibilizam, copiam ou imprimem para você. Por causa de uma impressão ou cópia xerox (R$ 0,10) você terá que ir embora, procurar uma “lan-house” na Ilha do Governador, acessar o site da própria Vigi Agro para obter o papel e retornar outro dia, já que você está perdido no meio do terminal de carga da Infraero, sem qualquer recurso. Triste ver coisas assim ainda acontecerem.

Esperamos ter contribuído para que a sua maratona seja menos complicada e bem sucedida.

Ahh!! A partir de agora, todas as demais vacinações devem ser registradas diretamente no passaporte, mesmo que não pretenda viajar. Procure também cadastrar as informações do chip e do proprietário no site da ABRACHIP. Pode ser útil na eventualidade de um desaparecimento.

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VIDI - priminha esperta e mais barata


Os custos da GoPro, sem discutir suas incríveis habilidades e recursos para fotografia e filmagem, são bem salgados.
Faz tempo que aguardávamos a presença de uma concorrente. A VIDI não é uma GoPro, mas é muito melhor que as demais SportCam que estão no mercado.
E falando nas muitas SportCam, a VIDI resolveu o problema mais irritante presente nelas. A falta de uma lente grande angular, tipo olho de peixe (140º), que abre nosso ângulo de captura. […]

Dia Internacional das Montanhas - 2015

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Hoje, 11 de dezembro é comemorado o Dia Internacional das Montanhas.
Nós (Carlos Roberto e Gleidys), somos montanhistas apaixonados. Vivemos no coração da Serra dos Órgãos, em Teresópolis. Ao acordar, nossa primeira visão é o cume do Dedo de Deus e a suave e infinita rampa do Escalavrado.
Aqui também está a mais clássica e linda travessia (Petrópolis x Teresópolis), preferida de 9 entre 10 montanhistas. Este país é abençoado com sistemas e cadeias de montanhas para todo gosto.
Sempre que saímos em viagem, incluímos em nosso planejamento um cume a conquistar, uma montanha para trilhar, escalaminhar ou escalar. […]

Por que pagar pedágio?

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dezembro/2015 - Esta é uma discussão muito recorrente nas rodas de campistas e caravanistas. Temos visto circular pelos meios eletrônicos (fóruns, redes sociais, grupos, e-mails) mensagens e dicas destinadas a escapar da cobrança.

Chegamos a ver casos, de proprietários de VR´s caros, muito caros, repassando experiências de fuga de pedágios, onde optam por estradas alternativas, quase sempre em péssimo estado, inseguras e imprevisíveis, para economizar alguns reais. Qual motivo, na verdade, tem levado cada vez mais pessoas a agir assim?

Na minha opinião, quem age assim está direcionando, equivocadamente para a iniciativa privada, a sua insatisfação com o desleixo do governo, nas 3 esferas, para com a malha rodoviária. Se não, vejamos alguns números e argumentos: […]

O Governo Federal investe parcos recursos na malha rodoviária brasileira. Nossas estradas, porestrada-esburacada onde escoam 60% de tudo que é produzido no país, estão em condições muito precárias. Já são décadas de descaso.

A Confederação Nacional de Transportes – CNT, realizou uma pesquisa em 2014, que apontou o seguinte:

  • 87% de nossas estradas são de pista simples
  • 40% das estradas não tem acostamento
  • 50% não tem placa de aviso antes de curvas perigosas
  • 62% são consideradas regulares, ruins ou péssimas pelos usuários
  • 38% são consideradas boas ou ótimas

Apenas 12% das estradas são pavimentadas. Isso representa pouco mais de 203 mil quilômetros asfaltados. Destes, 54,4% de responsabilidade dos estados, 32% são rodovias federais e 13,6% municipais.

Ainda de acordo com a pesquisa, os motoristas brasileiros gastam, em média, 26% a mais em manutenção de seus veículos, se comparados com outros países. Esse levantamento ainda mostrou que, na opinião dos usuários, as rodovias administradas pela iniciativa privada (concessão), 74% foram avaliadas como boas ou ótimas. As estradas de gestão pública, somente 29,3% obtiveram a mesma classificação.

É fato então, que a rodovia “pedagiada” apresenta boas condições. Contudo, o preço do pedágio é considerado, por mais de 70% dos usuários, ALTO. Transportadoras e caminhoneiros alegam que a tarifa interfere diretamente no custo dos fretes. O  IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) calculou, há 2 anos (valores da época), que o motorista brasileiro já gastava, em média, R$9,13 para percorrer 100 kms em uma rodovia “pedagiada”.

São Paulo é o estado com os valores mais altos de pedágio. Mas, também, é o estado que apresentou o melhor resultado: 78,4% das estradas no estado paulista foram avaliadas como boas ou ótimas. Não será sinônimo de que o recurso está sendo revertido para a melhoria das condições de rolamento?

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Essa “certeza” de que os pedágios são caros vem sendo notada pela evasão nas praças de cobrança. À despeito de ser uma infração GRAVE, com multa de R$127,69 e 5 pontos na carteira, os números e as manobras utilizadas surpreendem.

Em 2013, em um dos pedágios do Rodoanel, que interliga sete rodovias paulistas, 167,5 mil carros furaram os pedágios. Isso representa quase 20 carros por hora. Em 2012, quase 880 mil motoristas passaram pelos pedágios de São Paulo sem pagar. No ano passado (2014), foram 1.475 milhão de veículos.

Alguém paga por isso. Por analogia, o gato da luz ou da água, prejudica toda a sociedade.gato-de-luz Quem usa sem pagar, usa em demasia, descontroladamente. Quem usa e paga, trata de economizar. Mas não vê resultado na economia. Porque? Por que também paga pelo vizinho que rouba luz ou água. Não vendo horizonte, cada vez mais pessoas se arriscam e engrossam esse exército irregular. Enfim, está tudo errado. Está tudo muito caro. Pagamos fortunas por serviços que não recebemos. A corrupção é o “chorume” de nossa sociedade. Os exemplos vem de cima, como um maremoto, praticados por aqueles que (em tese) nos governam e representam.

Nosso povo é pacífico. Em alguns outros cantos deste mundo, essa classe usurpadora, que usa a fome e a educação como mercadoria de manobra, já estaria eliminada. Melhor dizendo, nunca chegaríamos ao ponto em que estamos.

Mas voltando aos números. Se 1.475 milhão de veículos, em 2014, deixaram de pagar pedágio, ao custo médio de R$9,13 (valores de 2012, por 100km rodados), teremos a fortuna de quase R$ 14 bilhões que deixaram de ser recolhidos pelas concessionárias e que, por este motivo, foram incorporados aos custos. Na planilha de custos das concessionárias, estão os riscos da evasão, que são atualizados com base nas estatísticas apuradas ano a ano. E assim vamos indo, no sem fim da vantagem momentânea, que muitos cismam em perpetuar e propagar.

O que me motivou a escrever sobre este assunto, foi a experiência de um colega caravanista, que alardeava aos 4 cantos suas manobras espetaculares para fugir das tarifas. Dentre elas, a mais usada hoje em dia, que consiste em manter-se próximo do veículo da frente, nas cobranças automáticas. Assim que o veículo passa, a cancela aguarda o sensor de presença liberar o fechamento. Nosso colega acima então, acelera e passa, não sendo tarifado pelo sensor, que não teve tempo de ler a etiqueta presa no seu para-brisa dianteiro. Emocionante diriam alguns.

Essa prática já produziu muitos acidentes, de efeitos prático e imediato. Sérios prejuízos para si mesmo e para quem agia de forma correta. Mas não foi isso que ocorreu com nosso amigo.ambulancia Em trânsito por uma rodovia pedagiada, esse amigo perdeu uma roda. Perdeu também o controle do veículo e no capotamento, sofreu muitos ferimentos, incluindo aí a perda da consciência de sua esposa. Me contou, que nos longos 14 minutos que esperou por socorro, dentro do carro cuidando dos sinais vitais de sua esposa, percebeu-se confiante no pronto atendimento da concessionária. O que de fato ocorreu. O sistema de câmeras flagrou o acidente. Em paralelo, outro usuário acionou o socorro por um telefone de emergência. Uma ambulância na base operacional mais próxima atendeu a ocorrência e, nos mais longos 14 minutos que disse ter vivido, já estavam recebendo socorro ESPECIALIZADO. Uma ambulância UTI, com médicos treinados em emergência. Isso NÃO TEM PREÇO.

Hoje, nosso amigo, antes conhecido como o “pirata das estradas”, entende o valor embutido na tarifa. Pelas contas dele, por mais que viva e por mais tarifas que venha a pagar depois do acidente, nunca vai repor os valores materiais e profissionais envolvidos em seu resgate.

Ao pagar o pedágio, o usuário tem acesso a benefícios que se traduzem em mais segurança e guinchoconforto. Isso não pode ser medido em $ no dia a dia, mas pode ser sentido por quem trafega com tranquilidade. Porque você renova o seguro do seu carro todo ano, se nunca precisou dele? Por que um dia pode precisar. Pensando assim, tem lógica pagar pelo uso de uma rodovia, em boas condições, com segurança, serviços, bases operacionais, … O guincho de uma rodovia pedagiada tem a previsão de chegada ao veículo enguiçado, de 30 minutos, levando você e seu carro para local seguro e protegido. Experimente saber com sua seguradora, quanto tempo leva para que você seja atendido. Melhor esperar em local seguro, não?

Outro fator que pode passar desapercebido pelo usuário das estradas concedidas, é a redução drástica do número de acidentes. Isso é reflexo da manutenção da via, das campanhas educacionais que enfeitam as pistas, induzindo o motorista a repensar suas atitudes.

A tarifa está cara? Eu digo o seguinte: TUDO ESTÁ CARO. Eu pago caro pela água, pela luz, pelo plano de saúde, pela educação, pela comida, pelo combustível, pelos infinitos impostos em cascata embutidos em tudo que circula, pelos impostos dos impostos, pela corrupção que drena nossas riquezas. Se ainda não encontrei forma de combater estes abusos, não será também este o motivo que vai me perverter. Não é porque alguns fazem, que vou comprar produto barato roubado. Precisamos interromper a corrente, quebrar o ritmo e estabelecer a ordem.nas-estradas-do-planeta-2016-rede

Eu pago o pedágio com muita satisfação. Vejo retorno imediato, já no quilômetro seguinte. Levo comigo, junto aos sonhos de conhecer lugares, as pessoas mais preciosas da minha vida.

Se você, ainda assim, insiste em evadir-se de pagar pedágio, faça-o intimamente. Abstenha-se de angariar adeptos à sua prática. Tenha certeza que eu e muitos outros vão continuar pagando pela sua segurança e tranquilidade.

Pesquisando nos sites das concessionárias, compilei alguns outros números.

  • No âmbito da ECO101, em 2014, foram atendidas 140 mil ocorrências médicas e mecânicas
  • Ainda nos trechos da ECO101, foram repassados aos municípios cobertos, mais de 7 milhões e em tributos federais mais de 6 milhões, em apenas 6 meses de operação.
  • No âmbito da CONCER – BR040, em 2014, foram realizados 30.860 atendimentos mecânicos e 16.260 remoções médicas.

As ações das concessionárias não se limitam a socorrer, manter e investir. Atuam também na área social e ambiental, cobrindo mais uma lacuna deixada por quem deveria. Uma pesquisa mais cuidadosa vai trazer a tona projetos de recuperação de fauna e flora impecáveis, com resultados concretos e dignos.

Nós pagamos IPVA todos os anos e não vemos a aplicação do recurso. Nós pagamos, descontado na fonte, o INSS e o IRPF e não vemos retorno. E o IPTU também. Mas continuamos pagando. E não há manobra legal que nos livre da obrigação.

Já o pedágio nas rodovias, nos devolve qualidade, segurança e serviços imediatos. Porque então, agir contra o que está dando certo? Se é caro ou não, precisamos achar a esfera correta para discutir.

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Comentários importados do Fórum de Discussões do Portal Macamp.

Osnir Alexandre Junior - Gerente de projetos at NTK Solutions

Adorei a matéria, muito boa! muitas vezes escolho meus destinos pelas rodovias que terei que seguir, mas sempre com a preocupação da vasão, segurança e velocidade média, nunca pelo menor preço dos pedágios. Tb acho caro como a maioria, mas infelizmente é um preço que temos que pagar pela melhor qualidade, e os resultando de uma rodovia recém pedagiada são percebidos logos nos 6 primeiros meses. abs - Dec 2, 2015 9:52am

 

Luiz Campista - Santos

Muito bom Carlos, penso da mesma forma. - Dec 2, 2015 9:44am

 

Roger Formiga - Universidade de São Paulo

A questão dos valores dos pedágios, está relacionada com o processo de privatização. No estado de SP nas rodovias estaduais, foi vencedora a empresa que ofereceu maior valor para o estado. Lógico que iriam tirar dos pedágios. Muitas rodovias de SP têm pedágios caríssimos e condições bem precárias, um bom exemplo é a Raposo Tavares.
Já os últimos processos de privatização feitos pelo governo federal da BR116 e da Fernão Dias, usou como critério vencedor quem tivesse o menor custo de pedágio para o usuário. Então na Regis, paga-se R$ 2,00 por veículo ou eixo de veículo comercial. Nas estaduais, paga-se muito mais.
Acho correto a cobrança de pedágio desde que seja proporcional ao serviço oferecido.
Um caso de cobrança excessiva e irregular é o que se cobra na Imigrantes, pois cobram na ida também a volta, supondo que o veículo volte pelo mesmo lugar, o que nem sempre acontece. Já várias vezes desci pela Imigrantes e subi pela Régis ou por Bertioga. - Dec 1, 2015 5:37pm

 

Roberto Pelagio - Ufrj

Parabéns Carlos, tens aqui um admirador sincero. - Dec 1, 2015 1:33pm

 

Leo Lerback -

Carlos Roberto Paiva, parabéns pelo excelente artigo. É exatamente o que eu penso. O problema é que uma grande parte do povo ainda está na cultura do "se dar bem". Alguns (poucos) campistas além de furar ou contornar pedágios, ainda tem preferem pernoitar na rua, sem nenhuma segurança, a ficar no camping para não pagar a diária. Como já disse em outras ocasiões, o Campismo é um microuniverso do que temos no mundo... os bons e, infelizmente, os maus costumes. - Dec 1, 2015 11:26am