Educação - necessária lá fora, muito mais aqui

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julho/2015 - Zapeando a internet com o tema caravanismo/campismo, em busca das experiências do exterior, demos de frente com um texto que achei muito oportuno, para o nosso momento.

Em nossas viagens, esbarramos com muitas reações adversas ao caravanismo. Buscando entender os motivos desta aversão, conversamos com proprietários de campings e pousadas e descobrimos que tudo passa pela educação e pelo oportunismo de alguns desajustados, que comprometem toda uma legião de campistas. […]

Festival da Pinga de Paraty - 2015

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Procurando algum motivo para visitar Paraty? Pronto! Aí vai a deixa que você estava procurando.

Festival da Pinga de Paraty – 13 a 16 de agosto de 2015

Nós vamos, e escolhemos o CCB de Paraty na praia do Pontal, bem no centro de Paraty, para estacionar nossa casa. […]

Esta festa é realizada desde 1982, quando começou com o nome Festival da Pinga. É um dos eventos mais tradicionais da cidade e do mesmo modo que ocorreu com a bebida que celebra - que lhe obteve a distinção de um selo de Indicação de Procedência e fez com que algumas de suas marcas estejam entre as melhores do Brasil - vem passando por um gradual processo de requalificação em sua estrutura e funcionamento, cenografia e Festival-da-pinga-Paraty-3programação, num esforço conjunto das secretarias de Turismo e Cultura da cidade, Associação dos Produtores de Cachaça de Paraty (APACAP) e Pólo Gastronômico de Paraty.

Ordenar o funcionamento do Festival, elevar a qualidade dos pratos servidos fazendo jus à cachaça como um produto gourmet, resgatar a aparência acolhedora de uma quermesse tradicional em instalações adequadas e dar ênfase às músicas tradicionais da cidade, também em suas versões modernas, bem como ao choro e samba, estão entre os princípios que norteiam a edição de 2015 do Festival, reintegrando a cachaça à cultura tradicional que a envolve.

Quer saber mais da história desta festa?

As raízes do Festival
O nome original era festival da Pinga. E desde 1982, quando começou a ser realizado, é um dos eventos que se fortalecem como dos mais tradicionais da cidade, criado para celebrar o único produto industrial da região até hoje: a cachaça.” Quem conta essa história é o paratiense Dalcir Ramiro, o conhecido ceramista Cizinho que, no começo dos anos 1980, como comerciante na cidade, tomou a frente da revitalização da Acip, Associação Comercial e Industrial de Paraty. Foi seu primeiro presidente. “O vice era o Dedé (Benedito José Melo da Silva) e havia os secretários, o Luis de Carvalho, a Dila e o Ubiratan. Alugamos a primeira sede da associação no centro histórico e montamos ali uma sede social. Aquele impulso foi fundamental para fortalecer não só a classe dos comerciantes, mas também o grupo produtor de cachaça”, lembra Dalcir.
Ele conta que a ideia do Festival da Pinga nasceu numa das reuniões com os alambiqueiros associados. “O Douglas Reid, um ex-executivo que havia comprado aqui na cidade a produção da cachaça do Joãozinho (príncipe Dom João de Orleans e Bragança), tinha muita visão. Havia batizado de  Maré Alta a sua cachaça, para a qual criava modelos especiais de garrafa, com lançamentos de rótulos diferentes, entre eles o nome Carnaval. Chegou a expor sua cachaça nas lojas da H.Stern, como produto de exportação. E foi dele a ideia de valorizar na cidade a cultura da cachaça em um encontro dos alambiques, visando valorizar o produto. Tudo foi criado com muito entusiasmo, numa ação coletiva dos alambiqueiros.”
Dalcir conta que o formato do 1º Festival da Pinga, em 1982, era muito semelhante ao festival de hoje. “Claro que não tão grande, mas tinha o perfil de festa de Paraty, com estandarte, foguetes, carro alegórico e banda de música tocando pela cidade. Aconteceu durante três dias na Santa Rita, também no mês de agosto. O objetivo era valorizar o produto atraindo turistas e visitantes para aquele período de baixa temporada. O lema era cada um fazer sua barraca, foi incrível o espírito de competição, um mostrando que podia fazer melhor que o outro”, diz ele, gostando de relembrar e apontando os participantes pioneiros: “o Eduardinho (Eduardo José Mello), da cachaça Coqueiro; o Luiz Maurício Mello, da Vamos nessa; o Anibal Gama, da Corisco; e o Douglas Reid, da Maré Alta”. 
Festival-da-pinga-Paraty-2Por três anos consecutivos, durante sua gestão na Acip, Dalcir Ramiro viu crescer e ajudou a consolidar o Festival da Pinga. “Nasceu como evento único, com raízes de Paraty, desde o começo sentimos que daria certo. Considero o meu legado para a cidade, fruto da minha atuação como artista e comerciante. E foi uma festa criada para valorizar o produto, não para vender cachaça”, ressalta Dalcir.        
Do time dos pioneiros da história do Festival da Pinga, Eduardo José Mello (Eduardinho), do alambique Coqueiro, a primeira cachaça brasileira a receber o selo de qualidade e excelência do Ministério da Agricultura, reforça a importância cultural da festa, relembrando seu formato original. “No início eram três dias e três noites, sem fechar. Havia um controle rigoroso, não se vendia outra bebida no recinto. O festival foi criado com origem nas festas de família, o que se queria era valorizar a cultura local, por meio da cachaça produzida pelos alambiques e também pela música e pela gastronomia. O principal fruto da história desse Festival foi poder mostrar a cachaça de Paraty para o mundo”, celebra Eduardinho.                                 FONTE: Comunicação da Casa da Cultura de Paraty

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Agora que você já sabe de tudo, hora de se planejar e marcar presença em Paraty. Nos vemos por lá.

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O Animal como Atrativo Turístico

elefante

julho/2015 - Este é um assunto recorrente e bastante complicado de analisar. Culturalmente, desde a mais tenra idade, somos levados a ambientes como zoológicos, para ver os animais que fazem parte da natureza, em ambiente de confinamento.

A proliferação de atrativos turísticos que atraem milhares de pessoas e, por consequência, extremamente lucrativos, é cada vez maior. Por mais que se afirme que os animais são tratados com respeito e tenham à sua disposição todo o conforto possível, precisamos considerar que estão fora do seu habitat natural….

elefantes-tailandiaPrecisamos levar em conta que, para realizar todas as tarefas que nos deixam de boca aberta durante as exibições, estes animais sofreram privações, fome e, quando muito tortura, para assimilar e condicionar seus movimentos aos comandos dos adestradores.

Os animais, ditos como selvagens, quando sob controle e disponíveis para fotos, selfies ou cavalgadas, nos magnetizam. É um comércio poderoso e muitas vezes cruel. Melhor seria se nos fosse possível verificar os métodos de treinamento e o modo de vida destes animais, antes de decidir compactuar com estes espetáculos.

Eu sou um turista. Como saber e como agir com bom senso?

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Vamos ver o exemplo das carruagens que transportam os turistas pelo centro histórico da Cidade Imperial, Petrópolis-RJ. Foram necessários muitos conflitos individuais e pressões de entidades de proteção aos animais, para que a Prefeitura tomasse medidas de controle e fiscalização no uso dos cavalos por seus favorecidos, no caso, os permissionários do serviço. Isso, sem falar que, desde 2001, a Lei 3350/2001 de autoria do saudoso vereador e ator Cláudio Cavalcanti, já regulamentava a matéria.

Antes destas medidas, os animais eram expostos a trabalhos estafantes, sem períodos de descanso, com pouca água, alimento, sob o sol ou chuva, frio ou calor, além do excesso de carga característico. Muitas vezes foram flagrados batendo seus cascos nas pedras do calçamento, sem a proteção de ferraduras ou sendo exigidos além do limite de carga, com o uso do chicote. Hoje a situação é outra, muito embora não seja a ideal.

Muitos vão dizer: “os animais sempre foram a força motriz do desenvolvimento e aos poucos vem sendo substituídos pelas máquinas. Estas manifestações são a proteção da cultura de épocas passadas que precisam ser preservadas em nome da história”. Concordo, em parte. Se nós evoluímos, porque mante-los (os animais) sob a cruz da escravidão, ao invés de lhes oferecer uma vida mais digna e saudável, mesmo que presos ao trabalho?

Exemplo 2: Sei que foi uma ação isolada, mas é de emocionar o mais bruto dos corações, a cena que foi ao ar recentemente, de um grupo de vacas leiteiras, que viveram sob confinamento pelo tempo em que sua produção era satisfatória. Destinadas a virar churrasco após uma vida de serviços, foram resgatadas por uma Fundação destinada a dar um fim de vida digno a estes escravos do comércio agro-pecuário.  A alegria da liberdade destas vacas ao se ver em campo aberto, podendo se espojar na grama, dando pequenas carreiras e pinotes, foi inesquecível.

Se isso nos comoveu, deve ter mexido com seu coração também. Podemos então pensar um pouco mais na hora de pagar por algum turismo ligado ao abuso ou uso de animais.

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Confesso, que nós também nos deixamos levar, algumas vezes, distraídos que estávamos com a beleza e a riqueza da fauna, por onde passamos em nossas viagens. No pantanal, por exemplo, vimos o contraste do cuidado com a pesca esportiva, onde o barqueiro (registrado e autorizado), participava ativamente da proteção dos espécimes capturados, controlando o tamanho destinado ao abate (dentro de sua cota individual de profissional pescador) e aqueles que deveriam ser devolvidos ao rio em nome da preservação. Do outro lado, guias ditos como profundos conhecedores do pantanal, exploravam a fragilidade de filhotes de jacarés, desprotegidos de suas atentas mães, em nome daquelas fotos clássicas que todo turista faz questão. Isso sem falar na aproximação desnecessária de ninhos de Tuiuius para fotos. É comum as mães abandonarem seus filhotes nos ninhos, por considerarem que não são mais locais seguros, ou os filhotes de jacaré serem refugados pelo cheiro de produtos e cosméticos presentes em nossa pele. E nós sabíamos disso? Deveríamos saber!

Dourado-no-pantanalPreferimos pensar que, mesmo que tarde, nossa consciência do mundo ao redor, do qual dependemos profundamente, está aumentando. Vamos manter aceso o alerta para qualquer manifestação que agrida a natureza e o direito de quem quer que seja, animal ou vegetal. É sim, possível, fazer um turismo de contemplação, com muita fotografia e sem agressão. Sempre há histórias para contar. Se aquele flagrante da vida animal não foi possível, use de sua veia literária e nos faça ver pelas palavras.

Enquanto rascunhava este texto, em produção já faz bom tempo, por conta da dificuldade de tratar a questão, recebi do 360meridianos (sigo permanentemente), um texto escrito pela Natália Becattini, tratando do mesmo tema (chamo isso de sintonia global de ideias, já que temos preocupações e interesses comuns). A Natália expõe, com muito mais propriedade, lucidez e pesquisa, os sentimentos que não consegui descrever até aqui. Recomendo muito a sua leitura e reflexão, até porque, devo te-lo deixado (caro leitor), mais confuso do que estava antes.

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Avistamento-de-baleias-em-AbrolhosNa fase do planejamento de nossas viagens e, quando disponível, incluímos visitações a centros de recuperação de animais, a viveiros de plantas nativas, a campanhas de reflorestamento, projetos de reintrodução animal e vegetal, projetos TAMAR, avistamentos no mar e na mata,...
Ficamos muito felizes em pagar pela visitação que vai manter e perpetuar os resultados e divulgamos através de nossos meios, para estimular novos turistas.

Concluindo, precisamos ligar nossa visão periférica e avaliar melhor o que nos é oferecido como atrativo turístico.

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Para completar, acaba de ser lançado o modelo SHELL, que é destinado àqueles que preferem rechear a camper a seu gosto, instalando os acessórios, a seu tempo e hora. O modelo tem custos bem acessíveis para quem quer ingressar neste novo estilo de vida. Hoje (julho/2015), o valor é da ordem de R$ 29 mil.

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Pesquisa para saber qual o Melhor Camping do Brasil

qual o melhor camping

O portal Fui Acampar está realizando uma ENQUETE para saber, na opinião dos campistas, qual o Melhor Camping do Brasil.

Na pesquisa, são considerados, além do aspecto subjetivo de cada votante, os itens e requisitos mínimos que cada estrutura deve oferecer. Vale uma visita e sua contribuição.

Os resultados serão divulgados no site, ao final da pesquisa, de forma anônima, sem identificação dos votantes. Fica aí o convite para você responder! Topa participar?

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CCB-RJ10 – Recreio, RJ

julho/2015 – Este é um dos mais tradicionais CCB´s em funcionamento. Seu principal atrativo é a localização privilegiada para os amantes do mar.
Muito distante do centro do Rio de Janeiro e das praias da zona sul (40 kms ou 1h30m de trânsito), não é uma boa escolha para o turista que deseja desfrutar dos principais pontos turísticos da cidade (Cristo Redentor, Pão de Açúcar).

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De frente para a Praia da Macumba e a 2kms da famosa Prainha, este CCB agrada muito ao campista e caravanista que deseja desfrutar das belezas naturais do Rio de Janeiro. Seu piso de areia batida é bem plano. As vagas destinadas a motorcasas ou trailers são bem dimensionadas e sombreadas, oferecendo energia (220v), água e saída para águas servidas.

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Um aspecto que nos desagrada muito neste CCB é a moradia fixa de usuários, que desfigura, em muito, o ambiente campista. A crise de habitacional e financeira, os altos custos de locação e o desemprego levaram muitas famílias a se mudar para o camping, mesmo em barracas. Com isso importamos também os problemas inerentes aos condomínios verticais, na forma de favela horizontal, com desrespeito às regras básicas de convivência, discussões, brigas, abusos e tudo que faz parte desse pacote social.

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Uma coisa é você desfrutar do camping como uma área de lazer, onde os objetivos são de descanso, integração com outros campistas, confraternizações e trocas de experiências. Outra coisa é tentar fazer isso dentro de um ambiente ocupado por moradores fixos, já sobrecarregados com a luta do dia a dia numa cidade saturada e já bastante violenta. Essa mistura não dá liga.
Cabe ao campista manter-se focado no seu objetivo de lazer, evitando confrontar-se com quem não está na mesma sintonia. Não pense em contar com o apoio de guarda camping para solucionar conflitos. Opte por, simplesmente, ir embora. Dito tudo isto, é claro que sempre é possível aproveitar o lugar e suas praias como planejado.

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Nós não gostamos deste CCB, mas é uma visão muito pessoal. Conhecemos muitos amigos campistas que pensam exatamente o contrário. Acima, o lindo Cisne do amigo Jandir, durante encontro promovido pelo Macamp neste CCB.
Os banheiros são padrão CCB, funcionais, simples e limpos, com água quente. As baterias de lava-pratos e louças também são simples e eficientes.

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  • Em sendo um CCB, aceita animais de estimação, respeitadas as regras de boa vizinhança e limpeza.
  • Possui normas, como todo CCB, relacionadas ao barulho e ao respeito para com o horário de silêncio. Contudo, cabe ao guarda camping fazer cumprir, sem acirrar ânimos e discussões entre usuários.
  • Possui cantina e restaurante para refeições e bebidas
  • O sinal de celular e de TV aberta é ótimo
  • Conta com playground para as crianças e quadra poli esportiva

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Acima as beleza maiores da região, Praia da Macumba e Prainha.

  • Para conhecer as tarifas atualizadas acesse o link oficial do camping
  • Coordenadas Geográficas para GPS Lat -23.033793° Long -43.489378° – 12m altitude
  • Baixe este arquivo.kmz para abertura no Google Earth

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