Camper – um Motorhome com jeito de Trailer

Em julho de 2013 escrevi um artigo que discutia as vantagens e desvantagens entre o motorhome e o trailer.

motorhometrailer

Simplificando o primeiro é uma unidade, fácil de conduzir, mas fica preso ao camping depois de totalmente plugado (energia, água e esgoto). Já o trailer é uma peça articulada, que requer certa habilidade ao dirigir pelas estradas deste Brasil, mas deixa seu carro livre para passeios, enquanto fica estacionado e devidamente plugado no camping.

Por este argumento e muitos outros, optamos pelo trailer e com ele já rodamos bastante. E foi nestas viagens que tivemos contato com a Camper. Um conjunto único que pode ser desmembrado, muito embora nenhum dos proprietários que chegamos a conhecer pense em se valer desta característica.

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Mas para nós é fundamental. Com pequenos ajustes é possível chegar ao seu destino e retirar a sua Camper, liberar seu carro e partir para conhecer as belezas nas redondezas.

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Adicionando todos os acessórios disponíveis, podemos dizer que temos o mesmo conforto de nosso trailer, com a mobilidade de conduzir uma pickup forte e estável.

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Já estamos negociando a nossa. Vamos incluir adaptações que facilitem a estabilidade da Camper fora do carro. Agora teremos maior mobilidade em nossas viagens. Optamos pelo modelo da Duaron. Em 2 meses apresentaremos ele aqui no blog, com a viagem inaugural a Rio do Sul em Santa Catarina, quando vamos instala-lo em nossa pickup. Até lá.

Veja mais algumas fotos do interior da Camper que estamos produzindo.

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Veja mais detalhes da Camper Duaron no filme abaixo:

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Guia de Iniciação ao Campismo

icone O MaCamp, o maior e mais completo portal sobre campismo, inova mais uma vez, trazendo para os amantes deste estilo de vida e, principalmente, para aqueles que desejam conhece-lo, o primeiro Guia voltado para a Iniciação no Campismo.

O guia aborda o Campismo como estilo de vida, orienta sobre as primeiras aquisições, comenta sobre os testes de alguns equipamentos, fornece um Check List Básico indispensável, ajuda na escolha do camping, conectando você com o maior Guia de Campings já produzido, discute com você o planejamento da viagem e por fim, quase entra na barraca com você.

Imperdível. Mais um incrível trabalho de compilação de experiências que só o autor, Marcos Pivari, um apaixonado campista, poderia produzir.

Comece clicando aqui e vá penetrando a fundo neste Guia único, até tornar-se um amante deste mundo particular e especial. Seja Bem Vindo.

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Fredy – nosso companheiro de estrada

Conheça o Fredy - nosso companheiro de estrada

Este é o Fredy. Está conosco desde seus 4 meses de vida, quando foi por nós adotado. É um bengal extremamante tranquilo, com uma personalidade repleta de curiosidades.

Seus dias são muito bem ocupados com muito sono e incursões investigativas pelos lugares eNasEstradas120px destinos de nossas viagens. Como é um gato viajante, desenvolveu o gosto por novas e frequentes descobertas. Pode parecer estranho para a maioria das pessoas, mas o Fredy viaja muito bem dentro do carro e identifica o trailer e a camper como uma extensão de sua casa.

Dedicamos a ele todo o conforto possível. O Fredy também tem suas funções dentro do grupo. Cabe a ele fazer a primeira varredura das proximidades de nossos acampamentos e manter o alerta para qualquer aproximação inesperada.

Mais um pouco deste fanfarrão muito carinhoso e curioso.

Vestindo o manto alvinegro Ouvidos em alerta

Checando a corda do meu pai Capotei

A garupa é minha Assim ninguém me esquece

Apaga a luz

O Gato e a Espiritualidade.

Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não topa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério. O gato não se relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso. Relaciona-se com a essência. Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende do afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver.

Por isso, quando surge nele um ato de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é algo muito verdadeiro, que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe, pois significa um julgamento. O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode, ele que enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós. Nada diz, não reclama. Afasta-se. Quem não o sabe "ler" pensa que "ele" não está ali. Presente ou ausente, ele ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, ele está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir. O gato vê mais e vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluídos, auras, fantasmas amigos e opressores. O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério. O gato é um monge silencioso, meditativo e sábio monge, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado. O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e de novas inter-relações, infinitas, entre as coisas. O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção. Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precise de promoção ou explicação quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. Ninguém em toda natureza aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato! Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração ioga. Ensina a dormir com entrega total e diluição recuperante no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo. fredy e sua toca

O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, a qual ama e preserva como a um templo. Lição de saúde sexual e sensualidade. Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. Lição de salto. Lição de silêncio. Lição de descanso. Lição de introversão. Lição de contato com o mistério, com o escuro, com a sombra. Lição de religiosidade sem ícones. Lição de alimentação e requinte. Lição de bom gosto e senso de oportunidade. Lição de vida, enfim, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências, sem exigências. O gato é uma chance de interiorização e sabedoria, posta pelo mistério à disposição do homem." O gato é um animal que tem muito quartzo na glândula pineal, é portanto um transmutador de energia e um animal útil para cura, pois capta a energia ruim do ambiente e transforma em energia boa, -- normalmente onde o gato deita com frequência, significa que não tem boa energia-- caso o animal comece a deitar em alguma parte de nosso corpo de forma insistente, é sinal de que aquele órgão ou membro está doente ou prestes a adoecer, pois o bicho já percebeu a energia ruim no referido órgão e então ele escolhe deitar nesta parte do corpo para limpar a energia ruim que tem ali. Observe que do mesmo jeito que o gato deita em determinado lugar, ele sai de repente, poi ele sente que já limpou a energia do local e não precisa mais dele. O amor do gato pelo dono é de desapego, pois enquanto precisa ele está por perto, quando não, ele se afasta.

No Egito dos faraós, o gato era adorado na figura da deusa Bastet, representada comumente com corpo de mulher e cabeça de gata. Esta bela deusa era o símbolo da luz, do calor e da energia. Era também o símbolo da lua, e acreditava-se que tinha o poder de fertilizar a terra e os homens, curar doenças e conduzir as almas dos mortos. Nesta época, os gatos eram considerados guardiões do outro mundo, e eram comuns em muitos amuletos. "O gato imortal existe, em algum mundo intermediário entre a vida e a morte, observando e esperando, passivo até o momento em que o espírito humano se torna livre. Então, e somente então, ele irá liderar a alma até seu repouso final."

Fonte: The Mythology Of Cats, Gerald & Loretta Hausman

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